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26 de abril de 2021

Mundos preservados

 




Mundos preservados da devastação causada pela mão humana é o um estudo disponível aqui.


6 de setembro de 2017

Ecoregiões do mundo

E se as fronteiras da Terra fossem ditadas, não por linhas artificiais, mas por fronteiras naturais?


Para conhecer todas estas ecoregiões do planeta, nada melhor que aceder ao sítio eletrónico ecoregions2017.appspot.com, onde poderá navegar nesta aplicação interativa. 

O estudo dos biomas também pode ter aqui uma ferramenta interativa para os alunos visualizarem. Basta alternar através do menu existente no campo superior esquerdo.

14 de dezembro de 2012

Ameçados de extinção

FireShot Pro Screen Capture
Fonte: The Guardian
Um recurso interativo do Guardian online, sobre espécies animais já extintas ou ameaçadas de extinção.

10 de julho de 2011

Rinocerontes em risco

Crime organizado matou 200 rinocerontes
em seis meses na África do Sul

Nos primeiros seis meses do ano o crime organizado e os caçadores ilegais mataram 200 rinocerontes na África do Sul, a maioria no Parque Nacional Kruger, denuncia hoje a organização WWF.

Se nada for feito para travar o abate ilegal, poderão morrer mais rinocerontes este ano do que em 2010, quando se atingiu um recorde de 333 animais mortos naquele país, alerta a WWF (Fundo Mundial da Natureza).

Desde o início de 2011, a organização registou 193 rinocerontes abatidos, 126 no Kruger. “Os actos de abate ilegal são cometidos, quase sem excepção, por criminosos sofisticados que, por vezes, caçam a partir de helicópteros e utilizam armas automáticas”, disse Joseph Okori, coordenador do programa Rinocerontes na WWF.

“A África do Sul está em guerra contra um crime organizado que se arrisca a deitar por terra os progressos excepcionais que foram conseguidos até agora”, acrescentou.

Desde 2006 que o país regista um aumento da caça ilegal aos rinocerontes, cujos cornos são muito procurados na Ásia, pelas suas pretensas virtudes medicinais ou para servir de decoração. O fenómeno acelerou em 2010, com um recorde histórico de 333 animais abatidos, contra os 122 de 2009 e 13 em 2007. A imensa reserva do Kruger foi a mais afectada com 146 rinocerontes mortos só no ano passado.

Por isso, a África do Sul – que alberga 70 por cento da população mundial destes grandes mamíferos – intensificou os seus programas de luta e não hesita em responder à violência dos caçadores ilegais. Desde Janeiro, as Forças Armadas patrulham o Parque Kruger.

Este ano, as autoridades detiveram 123 pessoas suspeitas de ter cometido actos de caça ilegal; seis deles foram condenados. “Aplicar sanções severas pelos crimes cometidos demonstram o compromisso do Governo sul-africano”, comentou Morne du Plessis, director da WWF naquele país.

Em Dezembro de 2010, Joseph Okori já tinha constatado que esse ano “foi desastroso para a protecção dos rinocerontes”. “As organizações criminosas na África do Sul operam com uma tecnologia muito avançada. Estão muito bem coordenadas. Isto não é a caça furtiva habitual.”

A África do Sul não é o único país com este problema. Em Junho, a Suazilândia registou o seu primeiro rinoceronte morto ilegalmente no espaço de 20 anos.

Apenas restam no planeta 25 mil rinocerontes, distribuídos por três espécies na Ásia e duas em África, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). Quatro estão ameaçadas de extinção. A caça e a desflorestação causaram danos na Ásia. Os rinocerontes de Java e de Sumatra estão classificados como espécies em perigo crítico de extinção e o rinoceronte da Índia está dado como vulnerável.

Em África, estes grandes mamíferos foram dizimados pela caça nos séculos XIX e XX. Mas graças à criação de parques nacionais e à luta contra o abate ilegal, a população de rinocerontes brancos é hoje de 17.500 animais e a de rinocerontes negros 4.200, precisa a UICN.

Ainda assim, estes esforços poderão ser anulados pela Ásia, onde um corno de rinoceronte pode ser vendido a 70 mil dólares, ou mesmo mais, no mercado negro, apesar da proibição da CITES (Convenção sobre o comércio internacional das espécies de fauna e flora selvagens ameaçadas de extinção).

Fonte: Público