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Canal do Suez: um grande atalho
10 de maio de 2021
8 de maio de 2021
Se os produtos falassem...
Se não se conhece, não se valoriza e não se cuida. Esta é a ideia de Alan Knight e que pode ser transposta para uma proposta de trabalho, simples, para a sala de aula de Geografia.
1. Pesquisar uma relação negativa entre um determinado produto ou serviço (que utilizemos no quotidiano) e um problema ambiental ou humano em qualquer parte do mundo.
Exemplos: a produção de têxteis da Primark ou das bolas de futebol da Adidas e a utilização de trabalho infantil no Sudeste da Ásia; os diamantes dos anéis e o trabalho escravo (diamantes de sangue).
2. Imaginar um discurso de uma t-shirt ("Se uma t-shirt falasse..."), ou outro produto, num congresso imaginário dos produtos de consumo, ou um diálogo entre dois produtos.
3. Elaborar um cartaz (ver exemplo acima) com uma frase apelativa para o produto e para os efeitos negativos.
Quem ganha quanto com a roupa da Zara?
Crédito:http://stories.publiceye.ch/respect-by-zara/(via Alan Parkinson's Quotidian Geographies)
Mais um exemplo, entre tantos outros, sobre as questões relacionadas com o custo justo atribuído aos produtores que se posicionam no início da cadeia de produção-comercialização, neste caso com um produto que tanto diz aos nossos jovens e que, por essa razão, poderá captar melhor o seu interesse - uma sweatshirt da ZARA.











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