Com o MapCrunch, o utilizador pode viajar um pouco por todo o mundo sem sair do seu lugar. Este sítio nãoé mais do que a compilação de links para a visualização aleatória do Street View da Google. Da Nova Zelândia à Noruega, passando pela Antárctida, o Map Crunch é um deleite para o geógrafo e para quem gosta de viajar.30 de novembro de 2010
Google Street View aleatório
Com o MapCrunch, o utilizador pode viajar um pouco por todo o mundo sem sair do seu lugar. Este sítio nãoé mais do que a compilação de links para a visualização aleatória do Street View da Google. Da Nova Zelândia à Noruega, passando pela Antárctida, o Map Crunch é um deleite para o geógrafo e para quem gosta de viajar.29 de novembro de 2010
25 de novembro de 2010
24 de novembro de 2010
Já nem os imigrantes nos procuram?

O número de estrangeiros residentes em Portugal diminuiu 0,8% entre 2008 e 2009 para cerca de 443 mil pessoas, contrariamente ao que sucedeu em Espanha, onde a população residente estrangeira aumentou 7% ultrapassando os 5,6 milhões.
Em 2008 a população residente estrangeira em Portugal atingia as 446.333 pessoas, número que baixou em 2009 para as 443.102 pessoas. Paralelamente, o número de residentes nacionais aumentou ligeiramente, passando de 10,17 milhões de pessoas em 2008 para 10,18 milhões em 2009.
Os dados são da Pordata, uma base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que a partir de hoje, quarta-feira, disponibiliza também dados estatísticos europeus.
Já em Espanha, o número de residentes estrangeiros cresceu de 5.262.095 em 2008 para 5.650.968 em 2009, um aumento de 7%.
Consequentemente, em Espanha, a proporção de população estrangeira em relação à população nacional também aumentou, e se em 2008 havia 11,6 cidadãos estrangeiros por cada cem nacionais, em 2009 esse valor passou para 12,3.
Em Portugal, o valor estagnou entre 2008 e 2009, não ultrapassando os 4,2 estrangeiros por cada cem residentes nacionais.
Em relação à emigração, os dados mostram que em Portugal, entre 2007 e 2008, houve uma quebra nos valores, diminuindo de 26.800 para 20.357 as pessoas que optaram por viver fora do país.
Por fim, em relação ao saldo migratório, ou seja, a diferença entre o número de entradas e saídas por migração internacional ou interna, Portugal registou um aumento significativo entre 2008 e 2009, passando de 9.361 pessoas para 15.048.
Esse valor mantém o saldo populacional português positivo, ao equilibrar com o saldo natural, a diferença entre o número de nados-vivos e o número de mortes num determinado período. Isto porque como em 2008 o saldo natural foi de 314 pessoas e o saldo migratório de 9.361, o país conseguiu um saldo populacional de 9.675 pessoas.
Fonte: Jornal de Notícias 3 Novembro 2010
23 de novembro de 2010
I.D.H. interactivo
Geografias de inclusão - desafios e oportunidades

13 de Dezembro de 2010
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - UNL
Auditório 1 - Piso 1 - Torre B
As formas pelas quais o espaço é organizado, vivenciado, representado e criado reflectem as relações de poder e os discursos hegemónicos. Esta relação entre espaço e poder tem um papel fundamental na constituição e reprodução de desigualdades sociais.
A partir de trabalho desenvolvido em áreas científicas diversificadas este seminário propõe uma abordagem geográfica de estratégias de inclusão social.
A reflexão sobre os desafios e oportunidades das geografias de inclusão será feita a partir de diferentes perspectivas, contando com comunicações de académicas/os, de membros de associações da sociedade civil, e de elementos de organizações governamentais.
O Seminário Geografias de inclusão - desafios e oportunidades conta com a presença da Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, e da Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Sara Falcão Casaca.
Gill Valentine, Head of School of Geography, University of Leeds, fará a conferência de abertura.
Este Seminário é uma organização conjunta de: e-Geo - Centro de Estudos de Geografia e Planeamento Regional, FCSH e CIG - Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.
A entrada é livre.
Para mais informações:
Eduarda Ferreira - e.ferreira@fcsh.unl.pt
22 de novembro de 2010
21 de novembro de 2010
Descarga de autoclismo - para onde vai?

19 de novembro de 2010
World Toilet Day
Hoje, 19 de Novembro, comemora-se o World Toilet Day. Em inglês a expressão soa melhor do que "Dia Mundial da casa-de-banho". A organização procura sensibilizar o mundo para as questões do saneamento básico, ou para a falta dele, em muitos países do mundo, com reflexos nas condições de higiene e na saúde pública para muitos milhões de pessoas.| 2.6 billion people worldwide are without access to proper sanitation, which risks their health, strips their dignity, and kills 1.8 million people, mostly children, a year. |
| Diarrheal diseases kill five times as many children in the developing world as HIV/AIDS. That's 5,000 children DYING EVERY SINGLE DAY. |
| Not only that, but the disease kills more children than either malaria or AIDS, stunts growth, and forces millions - adults and children alike - to spend weeks at a time off work or school, which hits both a country's economy and its citizens' chances of a better future. The majority of the illness in the world is caused by fecal matter. |
| Lack of sanitation is the world's biggest cause of infection. |
| One gram of feces can contain 10 million viruses, one million bacteria, 1,000 parasite cysts and 100 parasite eggs. |
| Safe disposal of children's feces leads to a reduction of nearly 40% in childhood diarrhea. |
(vídeo desaconselhado a pessoas sensíveis)
E para envolver a população mundial neste dia, a organização convida à dinamização de um evento à escala mundial: The Big Squat..... o "Grande Agachamento"
Conflitos armados
A Base de Dados de Conflitos e Construção da Paz é uma ferramenta que pretende contribuir para o estudo da conflitualidade internacional, oferecendo informação diversa sobre vários conflitos armados que estão activos na actualidade mundial. Download de mapa.
18 de novembro de 2010
16 de novembro de 2010
Autocarro do futuro?
A China está a planear um autocarro gigante que circule por cima dos carros para evitar o trânsito. Este projecto tem como objectivo aliviar o trânsito caótico das grandes cidades, ao mesmo tempo que promove a utilização dos transportes públicos. Os autocarros vão ter uma abertura de cerca de dois metros na parte inferior, deixando os carros passar por debaixo deles, funcionando como um túnel. Com seis metros de altura terão de passar em estradas largas, sem existência de pontes mais baixas ou túneis. Podem transportar entre 1200 e 1400 passageiros e viajar até uma velocidade de 60 km/h. Além de economizar espaço, estes autocarros vão ainda poupar energia uma vez que são abastecidos por uma combinação de electricidade e energia solar. Jornal Expresso.
13 de novembro de 2010
Bolívia já é banhada pelo mar
Pode ser uma pequena faixa de areia, mas um pequeno trecho da costa do Pacífico abriga hoje o sonho da Bolívia de recuperar uma costa e se tornar uma nação marítima. O país andino sem acesso ao mar ganhou acesso a um pedaço desolado da costa do Peru, alimentando esperanças de que a Bolívia terá mais uma vez um mar para chamar de seu. Nada mais nada menos do que 1,4 milhas quadradas de área, cedidas para utilizar durante os próximos 99 anos.
12 de novembro de 2010
11 de novembro de 2010
Corrupto ou transparente?



10 de novembro de 2010
7 de novembro de 2010
City One, um jogo de gestão urbana on-line

"We can't solve problems by using the same kind of thinking we used when we created them."
ALBERT EINSTEIN
5 de novembro de 2010
China, a economia indispensável
3 de novembro de 2010
Pensamento divergente. Mudança de paradigma?
Será uma boa abordagem para as questões da educação para o empreendedorismo.
2 de novembro de 2010
31 de outubro de 2010
A república das azeitonas!!!!
'Newsweek' acaba de publicar un nuevo atlas del mundo con España en la región de los parias
(...)
30 de outubro de 2010
29 de outubro de 2010
28 de outubro de 2010
Noam Chomsky e as 10 estratégias de manipulação mediática
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicos, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distracções e de informações insignificantes. A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neuro-biologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')".
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado "problema-reacção-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reacção no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise económico para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la graduadamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições sócio-económicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adoptar um tom infantilizante. Por quê?"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')".
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover o público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema económico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua acção. E, sem acção, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neuro-biologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
27 de outubro de 2010
26 de outubro de 2010
25 de outubro de 2010
24 de outubro de 2010
23 de outubro de 2010
22 de outubro de 2010
A importância das geotecnologias

20 de outubro de 2010
19 de outubro de 2010
Couves virtuais vs. Pepinos reais
Fonte: CoolInfographics.com17 de outubro de 2010
Estou a ponderar comprar uma ilha!!!!
14 de outubro de 2010
13 de outubro de 2010
12 de outubro de 2010
11 de outubro de 2010
9 de outubro de 2010
As línguas mais faladas no Mundo vão de metro?
Trata-se de um recurso infográfico de marketing, de uma empresa de serviços de tradução (PSTranslation.co.uk) e a fonte dos dados não é indicada. Clicar aqui para obter poster A3.8 de outubro de 2010
Índice da Paz Global 2010

Ficamos a saber que, segundo este índice, os países mais pacíficos do mundo são: Nova Zelândia, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irelanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia.
A República Democrática do Congo, o Chade, a Geórgia, a Rússia, Israel, o Paquistão, o Sudão, o Afeganistão, a Somália e o Iraque são, pela negativa, os países menos pacíficos.
Portugal é o 13º classificado e a Espanha fica num modesto 25º lugar.
7 de outubro de 2010
5 de outubro de 2010
Mais uma muralha
Onze países da África subsariana em África estão a cooperar para criar uma "Grande Muralha Verde" de vegetação, destinada a impedir o crescimento do deserto do Saara. Esta consistirá numa faixa de 15 km de largura e 7000 km de comprimento, com vários tipos de vegetação, que atravessará o continente, desde o Senegal até ao Djibuti. Para além de conter o avanço do deserto, a "construção" desta gigantesca linha verde procurará travar o êxodo de refugiados ambientais.4 de outubro de 2010
Um Dia na Terra
One Day on Earth Participant Trailer from One Day On Earth on Vimeo.
No dia 10 de Outubro, data em que coincidem três 10 (10.10.10), em todo o planeta, cineastas, estudantes e cidadãos inspirados irão gravar a experiência humana ao longo de um período de 24 horas e contribuir com a sua voz para um enorme evento mediático à escala mundial. O sítio One Day on Earth apela à participação de todos quantos queiram participar de forma activa, contribuindo com vídeos, fotos ou outros elementos, de modo a tornar este evento um acontecimento mundial verdadeiramente rico. Aqui, exemplos de projectos educativos que podem ser levados a cabo sobre este dia.
Onde estão o milionários?
3 de outubro de 2010
Fogo! Fogo! Fogo!
FIRMS - Web Fire Mapper é um visualizador de incêndios à escala mundial, com uma taxa de actualização bastante grande, a partir dos satélites Aqua e Terra. Aqui. Bastante interessante para utilizar em conjugação com um mapa das áreas florestais, por exemplo.1 de outubro de 2010
Um mundo sem mapas é possível?
Será possível um mundo no qual os mapas perderam as cores, os contornos dos países e as divisões administrativas? Um mapa sem os pontos correspondentes às cidades, vilas e aldeias. Um mapa do qual foram removidas as estradas, as linhas férreas e a linha de costa. Apenas nomes. Sim, é possível. Aqui. Para que serve? Para nada, digo eu. Mas não deixa de ser uma obra com uma certa concepção estética.






















