15 de novembro de 2009

Índice de Desenvolvimento 2009

Compromisso com o Índice de Desenvolvimento 2009

O Centro de Desenvolvimento Global possui uma ferramenta que classifica o compromisso dos países ricos para o mundo em desenvolvimento.

Países ricos e pobres estão ligados de muitas maneiras pela ajuda externa, comércio, migração, meio ambiente e assuntos militares. Segundo o Compromisso com o Índice de Desenvolvimento (CDI), o contributo de 22 países ricos na ajuda aos países pobres na construção da prosperidade, da boa governação e da segurança, é pontuado em sete áreas estratégicas, contribuindo para uma pontuação geral. O mapa e os gráficos da página do Centro de Desenvolvimento Global constituem bons recursos para explorar a propósito do tema "Contrastes de Desenvolvimento".

Em baixo, um exemplo de Portugal e o seu contributo para o compromisso de levar o desenvolvimento a todo o Mundo.

Os gráficos são dinâmicos e há possibilidade de comparar o contributo de Portugal com o desenvolvimento de diferentes regiões do Mundo. Aqui, os resultados globais para cada país em cada um dos sectores, em forma de tabela.

O pico do petróleo


Arcadio, La Prensa

11 de novembro de 2009

Desconstruindo mitos sobre o "Terceiro Mundo"




Hans Rosling é o director da Gapminder Fundation, que se tem dedicado ao estudo das questões do desenvolvimento, designadamente através da visualização de dados estatísticos através de gráficos interactivos bastante ricos. Neste vídeo, datado de 2006, resultado da sua conferência em TED Talks, o autor desconstroi alguns dos mitos relacionados com o "mundo subdesenvolvido". Repare-se na forma como Rosling fala e interage com os dados projectados, sendo os próprios dados o pano de fundo da sua apresentação.

Para acompanhar a comunicação em português, clicar no botão "Subtitles" e escolher a língua de Camões.


9 de novembro de 2009

Um portal português de materiais didácticos

O GeoRED pretende disponibilizar aos professores e às escolas a referência a informação geográfica disponível na Internet, bem como proporcionar exemplos da sua utilização para actividades educativas, bem como software e bibliografia que permitam uma contextualização dessas actividades.

O GeoRED resulta de um projecto de colaboração entre a Associação de Professores de Geografia e o Departamento de Geografia do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa e é financiado pela Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular, do Ministério da Educação.

8 de novembro de 2009

Visita de Estudo a Lisboa - Fragmentos II


Creio que nenhum dos nossos colegas espanhóis deu com estes dois "escritos".
Se um até abona em seu favor, outro é escusado. Até porque ontem a cidade estava cheia de turistas, sendo o castelhano a língua que mais se ouvia entre eles.

Visita de Estudo a Lisboa - Fragmentos I


Parte da Baixa Pombalina e a colina do Castelo vista de São Pedro de Alcântara


"Rua do Carmo, rua do Carmo
Mulheres bonitas, subindo o Chiado

Mulheres alheias, presas às montras,

Alguns aleijados em hora de ponta"

(UHF)

E Lisboa tem mais encanto ao som do fado, como o que se ouvia ontem na Rua do Carmo.

O elevador de Santa Justa, um ex libris da cidade.

Congresso Ibérico de Didáctica da geografia - Visita de estudo a Lisboa

Apesar do frio que se fez sentir, o dia de ontem foi altamente recompensador. Pela visita de estudo a Lisboa, a encerrar o IV Congresso Ibérico de Didáctica da Geografia, organizada pela Associação de Professores de Geografia e pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território. Depois de um primeiro congresso em Madrid (de boa memória), do segundo em Lisboa (na Fundação Gulbenkian), de um terceiro em Almagro (no qual não participei), foi agora a vez de Lisboa acolher o quarto congresso ibérico, nas instalações da Torre do Tombo e da Faculdade de Letras.

Se o congresso teve excelentes comunicações, não só de Espanha e de Portugal, mas também de colegas professores de Geografia vindos do Brasil, o que deu a este congresso um cariz ibero-americano, a visita de estudo, ainda que curta, permitiu recordar os tempos de estudante da Universidade Nova e dos trabalhos e visitas de estudo na capital. Desta vez com o contributo do João Reis, Herculano Cachinho e do Sérgio Claudino (profundo conhecedor da Sociedade de Geografia de Lisboa) que nos guiaram pelas ruas da cidade.

Partindo do Jardim de São Pedro de Alcântara, mesmo encostado ao Bairro Alto, descendo até à baixa pombalina e subindo a encosta do castelo por Alfama (até contemplarmos o Tejo) e fazendo nova descida para a Mouraria, os participantes foram-se embrenhando nos aspectos históricos e geográficos do crescimento da cidade, sobretudo no que respeita a esta parte mais antiga. Depois, desde o Martim Moniz até à "Broadway lisboeta", como lhe chamou o João Reis, foi um salto, parando apenas no Largo de S. Domingos para beber uma ginginha na Ginginha do Rossio. O dia culminou com uma visita guiada à Sociedade de Geografia de Lisboa.

6 de novembro de 2009

Ambiente em Portugal

Enquanto procurava na página do Coastwatch informações acerca da campanha 2009/2010, descobri, felizmente, que afinal não está em vias de acabar em Portugal (apenas dificuldades em encontrar quem dê continuidade ao excelente trabalho da Lurdes Soares). Mas descobri também isto:

O Estado do Ambiente em Portugal, com base em 10 indicadores seleccionados pela Agência Portuguesa do Ambiente, num folheto que pode ser descarregado aqui.

Aqui, os diversos Relatórios do Estado do Ambiente em Portugal, também para descarregar em ficheiro "pdf".

E aqui, uma ligação para Atlas do Ambiente Dinâmico, um webSIG que introduz, além da funcionalidade actualmente existente de download dos ficheiros, a possibilidade de consulta dinâmica dos mapas, o que inclui sobreposição de temas, pesquisa gráfica, zooms e pans. Um recurso interessante para a Geografia de Portugal, às mais diversas escalas.

4 de novembro de 2009

Para viciados no futebol

Imagem daqui.

Este poderá ser um exercício interessante: descobrir, pelas silhuetas, cada um dos países europeus representados.

22 de outubro de 2009

18 de outubro de 2009

Quem mais ordena .... o território


O concurso nacional "Quem mais ordena... o território" é uma iniciativa da Associação de Professores de Geografia e tem como objectivos despertar a curiosidade geográfica, desde os primeiros anos de escolaridade, estimular a participação cívica dos cidadãos nas discussões relativas à organização do espaço, desenvolver o sentido de pertença e de atitudes de solidariedade territorial, numa perspectiva de sustentabilidade bem como assinalar os 35 anos do poder local.

O concurso é dirigido a alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, do Ensino Secundário e do Ensino Superior (Curso de Geografia).

As inscrições, estão abertas até 30 de Novembro de 2009. Regulamento (aqui) e ficha de inscrição (aqui).

17 de outubro de 2009

Professores em rede .... ou enredados?


Quantos de nós utilizamos, de forma sistemática e regular, as ferramentas indicadas na imagem, no âmbito da nossa actividade profissional?

14 de outubro de 2009

Índices de poder de compra: MacDonalds vs. IKEA

O hambúrguer mais popular da McDonalds tem agora a concorrência da IKEA, pelo menos quando o objectivo é comparar o poder de compra da população mundial.

"O que é que um hambúrguer tem em comum com uma estante de mais de dois metros de altura? A pergunta parece o início de uma anedota, mas a resposta até é bastante séria: servem os dois para construir indicadores de análise económica.

O primeiro destes indicadores já tem 23 anos e poucos são os economistas no Mundo que não o conhecem. O índice Big Mac - o produto mais popular da cadeia defast foodMcDonalds - foi uma ideia de Pam Woodall, jornalista da revistaThe Economist, e desde que começou a ser publicado é utilizado como uma referência, muito simples mas ainda assim interessante, na comparação do custo de vida em vários países do Mundo e na análise do valor da maior parte das divisas mundiais. Tudo usando o preço aplicado pela McDonalds em todos os países em que comercializa o famoso hambúrguer.

O segundo indicador foi criado há duas semanas e é o novo rival do índice Big Mac. Outra jornalista, Kristian Siedenburg, da agência Bloomberg, achou que poderia também ser útil fazer o mesmo exercício com um dos produtos mais populares do Ikea: a estante modelo Billy, em cor branca e com 2,02 metros de altura. O objectivo do índice Billy é exactamente o mesmo que o do índice Big Mac e comprova, se ainda dúvidas houvesse, que a a cadeia de produtos domésticos sueca já atingiu o estatuto da McDonalds como marca à escala global.

Porquê estes produtos?

Tanto o Big Mac como a estante Billy reúnem características - muito difíceis de encontrar noutros bens - que os tornam ideais para serem utilizados neste tipo de índice: são vendidos em grandes quantidades numa enorme variedade de países, os seus preços são definidos pela mesma entidade para cada país e são produzidos da mesma maneira em todo o Globo.

Assim, é possível saber, de forma exacta e imediata, quanto é que um português e um americano gastam para comprar o mesmo produto, com a mesma marca, no mesmo tipo de loja e com a mesma qualidade de serviço. A partir daqui torna-se possível ficar com uma ideia de qual é, tendo como referências os hambúrgueres e as estantes, o custo de vida suportado em diferentes países. E perceber também quais as moedas que estão sobrevalorizadas ou subavaliadas. Cruzando com outros dados, como o salário médio por hora trabalhada, fica-se ainda a saber quantas horas é preciso trabalhar em cada país para poder comprar um Big Mac ou uma estante Billy.

O problema, claro, é que a análise de apenas um produto isoladamente deixa muita coisa por explicar. E por isso, não é surpreendente que, apesar de todas as características que têm em comum, os dois índices acabem por chegar a resultados bastante diferentes.

Se no caso da estante Billy, os preços mais baixos se encontram nos Emiratos Árabes Unidos, logo seguidos de vários países europeus, como Portugal e a Espanha, quando se verificam os dados obtidos com o Big Mac, os preços na Europa figuram entre os mais altos, ao passo que os valores mais baixos estão em países asiáticos como a China.

O índice Big Mac, a ser usado desde 1986, tem revelado ser um indicador muito útil, especialmente no que diz respeito à análise do valor relativo das divisas. A lógica seguida é a de que, se depois de convertidos em dólares, os preços praticados no Big Mac são mais altos num país do que no outro, então, isso significa que a divisa de um país está sobrevalorizada nos mercados cambiais face à outra. O índice Big Mac tem vindo a apontar nos últimos meses para uma sobrevalorização do euro face ao dólar e, no sentido contrário, para uma subvalorização do iuan, a divisa chinesa, confirmando aquilo que outros indicadores, mais complexos, têm vindo a mostrar.

Outros dados

Os dados obtidos com a estante Billy não permitem chegar à mesma conclusão. Mas será que estão errados? Ou simplesmente servem para analisar outro tipo de realidade. A autora do novo índice Billy dá algumas explicações para as diferenças nos resultados dos dois índices. "Apesar de ambos os produtos servirem para comparar diferentes níveis de preços em vários países, as estantes Billy não são, como é óbvio, compradas com tanta frequência como os Big Mac. Além disso, os preços do Ikea não são tão flexíveis, os consumidores alvo são bastante diferentes e os custos de produção e distribuição podem ser influenciados por diferentes factores", afirma Kristian Siedenburg.

Seja como for, o facto de um produto Ikea ter sido escolhido para rivalizar com a McDonalds é a última prova do fenómeno que a empresa sueca constitui na economia globalizada. A empresa fundada por Ingvar Kamprad em 1943 já está instalada em 37 países com mais de 300 lojas. Da Europa aos Estados Unidos, passando pelo Mundo islâmico e por Israel, o grupo IKEA tem uma presença verdadeiramente global, que permite ao seu fundador estar no quinto lugar do ranking dos mais ricos do Mundo da revistaForbes.

Tal como os hambúrgueres da McDonalds, os móveis do IKEA são hoje reconhecidos pela maioria da população do Mundo desenvolvido e, por isso, o índice criado por Kristian Siedenburg pode aspirar a que, um dia, possa ser pelo menos usado como complemento do seu rival Big Mac."

in Jornal PÚBLICO online 27/9/2009.


10 de outubro de 2009

IV Congresso Ibérico de Didáctica da Geografia


Convite a todos os professores

A Associação de Professores de Geografia, o Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa e o Grupo de Didáctica da Associação de Geógrafos Espanhóis vão organizar o IV Congresso Ibérico da Didáctica da Geografia, e convidam todos os interessados na Educação Geográfica, a participar activamente neste evento que pretende criar um espaço de partilha entre todos os docentes de Geografia.

Desde 2001 que a Associação de Professores de Geografia e o Grupo de Didáctica da Associação de Geógrafos Espanhóis realizam o Congresso de Didáctica da Geografia (Madrid, Lisboa e Almagro) onde foram apresentadas mais de 100 comunicações de educadores de vários graus de ensino, desde o 1º ciclo ao ensino superior.

Em 2009 esperamos alcançar o mesmo sucesso, estando já inscritas mais de 40 comunicações, sobretudo no domínio das experiências educativas na educação Geográfica.

Para saber mais, leia a newsletter.

MacDonaldlândia


Um mapa sobre a distância em relação aos restaurantes MacDonalds nos EUA, obtido através de informação estatística georeferenciada.

"As I hurtled down the highway, a pair of golden arches crept over the horizon, and the proverbial lightbulb smacked me in the forehead. To gauge the creep of cookie-cutter commercialism, there’s no better barometer than McDonald’s – ubiquitous fast food chain and inaugural megacorporate colonizer of small towns nationwide.

So, I set out to determine the farthest point from a Micky Dee’s – in the lower 48 states, at least. This endeavor required information, and the nice folks at AggData were kind enough to provide it to me: a complete list of all 13,000-or-so U.S. restaurants, in CSV format, geolocated for maximum convenience." Weather Sealed

6 de outubro de 2009

APOGEO

O último número (36) da APOGEO já foi distribuído e o Alan Parkinson, que escreveu um artigo, sobre o ensino da Geografia no Reino Unido, fez eco da revista no seu blogue Living Geography.
Para breve, o segundo número de 2009.

25 de setembro de 2009

Por que são tão baratas as companhias "low cost"

"Descobertas" na Europa no início da década de 90, as linhas aéreas "low cost" tiveram o seu início nos EUA cerca de vinte anos antes, em 1970, tendo sido percursora a Southwest Airlines. Veja-se na infografia em baixo, a razão dos baixos custos das viagens.



20 de setembro de 2009

O "berço" da nação americana - Philadelphia, PA

Os "founding fathers" da nação americana, entre os quais se contam George Washington, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e John Adams, quatro dos que, no dia 2 de Julho de 1776, assinaram a Declaração da Independência dos EUA. Nesta sala.

Elfreth Alley - A mais antiga rua residencial dos EUA


O edifício onde "nasceram" os EUA, em resultado da assinatura da Declaração da Independência.


Uma rua no centro histórico de Philadelphia.

CBD de Philadelphia, PA

9 de setembro de 2009

Monopólio online

Será lançado hoje, dia 9 de Setembro, aquele que se espera vir a ser o maior jogo online do mundo: o Monopólio sobre a base do Google Maps, intitulado Monopoly City Streets.

Os aficionados do velhinho Monopólio podem assim jogar tendo por base as ruas do mundo real. Consultar mais, aqui.


Milow - Ayo Technology

6 de setembro de 2009

Catástrofes



Os efeitos psicológicos do tsunami que atingiu o Sudeste da Ásia no dia 26 de Dezembro de 2006 num pequeno vídeo. Um bom recurso para iniciar o tema das Catástrofes Naturais.

3 de setembro de 2009

Mapas, mapas e mais mapas. Muitos mapas.



O d-maps é mais um recurso para obter mapas de vários países e regiões. Vários é uma palavra que peca por defeito pois o d-maps anuncia a existência de 3914 mapas para download. Só para Portugal existem 22 mapas disponíveis.

19 de julho de 2009

The Oil Intensity of Food

THE OIL INTENSITY OF FOOD


Lester R. Brown

Today we are an oil-based civilization, one that is totally dependent on a resource whose production will soon be falling. Since 1981, the quantity of oil extracted has exceeded new discoveries by an ever-widening margin. In 2008, the world pumped 31 billion barrels of oil but discovered fewer than 9 billion barrels of new oil. World reserves of conventional oil are in a free fall, dropping every year.

Discoveries of conventional oil total roughly 2 trillion barrels, of which 1 trillion have been extracted so far, with another trillion barrels to go. By themselves, however, these numbers miss a central point. As security analyst Michael Klare notes, the first trillion barrels was easy oil, "oil that's found on shore or near to shore; oil close to the surface and concentrated in large reservoirs; oil produced in friendly, safe, and welcoming places." The other half, Klare notes, is tough oil, "oil that's buried far offshore or deep underground; oil scattered in small, hard-to-find reservoirs; oil that must be obtained from unfriendly, politically dangerous, or hazardous places."

This prospect of peaking oil production has direct consequences for world food security, as modern agriculture depends heavily on the use of fossil fuels. Most tractors use gasoline or diesel fuel. Irrigation pumps use diesel fuel, natural gas, or coal-fired electricity. Fertilizer production is also energy-intensive. Natural gas is used to synthesize the basic ammonia building block in nitrogen fertilizers. The mining, manufacture, and international transport of phosphates and potash all depend on oil.

Efficiency gains can help reduce agriculture's dependence on oil. In the United States, the combined direct use of gasoline and diesel fuel in farming fell from its historical high of 7.7 billion gallons (29.1 billion liters) in 1973 to 4.2 billion in 2005--a decline of 45 percent. Broadly calculated, the gallons of fuel used per ton of grain produced dropped from 33 in 1973 to 12 in 2005, an impressive decrease of 64 percent.

One reason for this achievement was a shift to minimum- and no-till cultural practices on roughly two fifths of U.S. cropland. But while U.S. agricultural fuel use has been declining, in many developing countries it is rising as the shift from draft animals to tractors continues. A generation ago, for example, cropland in China was tilled largely by draft animals. Today much of the plowing is done with tractors.

Fertilizer accounts for 20 percent of U.S. farm energy use. Worldwide, the figure may be slightly higher. As the world urbanizes, the demand for fertilizer climbs. As people migrate from rural areas to cities, it becomes more difficult to recycle the nutrients in human waste back into the soil, requiring the use of more fertilizer. Beyond this, the growing international food trade can separate producer and consumer by thousands of miles, further disrupting the nutrient cycle. The United States, for example, exports some 80 million tons of grain per year--grain that contains large quantities of basic plant nutrients: nitrogen, phosphorus, and potassium. The ongoing export of these nutrients would slowly drain the inherent fertility from U.S. cropland if the nutrients were not replaced.

Irrigation, another major energy claimant, is requiring more energy worldwide as water tables fall. In the United States, close to 19 percent of farm energy use is for pumping water. And in some states in India where water tables are falling, over half of all electricity is used to pump water from wells. Some trends, such as the shift to no-tillage, are making agriculture less oil-intensive, but rising fertilizer use, the spread of farm mechanization, and falling water tables are having the opposite effect.

Although attention commonly focuses on energy use on the farm, agriculture accounts for only one fifth of the energy used in the U.S. food system. Transport, processing, packaging, marketing, and kitchen preparation of food are responsible for the rest. The U.S. food economy uses as much energy as the entire economy of the United Kingdom.

The 14 percent of energy used in the food system to move goods from farmer to consumer is equal to two thirds of the energy used to produce the food. And an estimated 16 percent of food system energy use is devoted to canning, freezing, and drying food--everything from frozen orange juice concentrate to canned peas.

Food staples such as wheat have traditionally moved over long distances by ship, traveling from the United States to Europe, for example. What is new is the shipment of fresh fruits and vegetables over vast distances by air. Few economic activities are more energy-intensive.

Food miles--the distance that food travels from producer to consumer--have risen with cheap oil. At my local supermarket in downtown Washington, D.C., the fresh grapes in winter typically come by plane from Chile, traveling almost 5,000 miles. One of the most routine long-distance movements of fresh produce is from California to the heavily populated U.S. East Coast. Most of this produce moves by refrigerated trucks. In assessing the future of long-distance produce transport, one writer observed that the days of the 3,000-mile Caesar salad may be numbered.

Packaging is also surprisingly energy-intensive, accounting for 7 percent of food system energy use. It is not uncommon for the energy invested in packaging to exceed that in the food it contains. Packaging and marketing also can account for much of the cost of processed foods. The U.S. farmer gets about 20 percent of the consumer food dollar, and for some products, the figure is much lower. As one analyst has observed, "An empty cereal box delivered to the grocery store would cost about the same as a full one."

The most energy-intensive segment of the food chain is the kitchen. Much more energy is used to refrigerate and prepare food in the home than is used to produce it in the first place. The big energy user in the food system is the kitchen refrigerator, not the farm tractor. While oil dominates the production end of the food system, electricity dominates the consumption end.

In short, with higher energy prices and a limited supply of fossil fuels, the modern food system that evolved when oil was cheap will not survive as it is now structured.

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To continue reading about localized agriculture and urban gardening, see Farming in the City at http://www.earthpolicy.org/Books/PB3/PB3ch10_ss5.htm.

Adapted from Chapter 2, "Deteriorating Oil and Food Security," in Lester R. Brown, Plan B 3.0: Mobilizing to Save Civilization (New York: W.W. Norton & Company, 2008), available for free downloading and purchase at www.earthpolicy.org/Books/PB3/index.htm.

13 de julho de 2009

Weather Watcher


O Weather Watcher é um programa bastante útilo que nos informa em tempo real acerca das condições climáticas para milhares de cidades em todo o mundo. Trata-se assim de uma ferramenta interessante no estudo do estado do tempo. Para fazer o download do software gratuito basta clicar aqui.

10 de julho de 2009

BBC Box numa aula de Geografia

Há uns bons meses atrás fiz aqui referência ao projecto da BBC, The Box, que segue a trajectória de um contentor pelas rotas mundiais do comércio. Um professor inglês de Portsmouth, David Rogers, apresentou na BBC uma aula explorando este projecto. Eis o vídeo.





1 de julho de 2009

Vida selvagem



Kevin Richardson na sua reserva de vida selvagem na África do Sul, em contacto directo com leões. Reportagem da SKYNews