6 de janeiro de 2009
Celebrar a vida
Eirik Solheim captou estas imagens a partir da janela de casa, ao longo de 1 ano. E a partir delas concebeu este vídeo que nos mostra a sucessão das estações do ano. Sugerido pelo Alan Parkinson.
5 de janeiro de 2009
Mapa conceptual para resolver o aquecimento global

No Flickr e sugerido pela Lisa Blackmore, no Great Geography. No mínimo interessante e bastante apelativo. Assim, parece fácil.
Notícias frescas (e bem frescas) chegadas da Antárctida via email
Hello!
I am really sorry that I cannot write Portuguese, so I hope that English is OK.
I am writing to you from Mount Erebus in Antarctica. We are living here in a hut which has a kitchen and dining room. We also have a garage where we can repair things, and there is a toilet there. At night we sleep in tents inside very thick sleeping bags, with 2 camping mats beneath us.
We are here to do 2 experiments. One is a seismology experiment, where some seismometers which measure movements of the ground have been spread over the volcano, measure the speed at which shock waves travel through the volcano. This information gives a sort of x-ray of the volcano, because the different speeds of shock waves indicated different types of matter. From this information hopefully we can work out the internal structure of the volcano.
The other experiments involve measuring gases released from the volcano. This is done by using a spectrometer to measure which parts of light arrive, and which parts are blocked out by the gases. Each gas has a "signature" because it blocks out certain parts of light. The sources of light used are the lava lake, a lamp, and the sun. This work has found that the volcano has a "pulse" (it has cycles of gas release). This is related to how the lava moves up to the lava lake.
This work is to find out better how the volcano works.
I hope that you all have a great 2009!
from Anna
****
Anna Barford
Department of Geography
University of Sheffield
Winter Street
Sheffield
S10 2TN
U.K.
http://www.shef.ac.uk/geography/students/pg/annabarford.html
Comércio verde
É apresentado como sendo o primeiro Supermercado Verde da América Latina. Fica no Brasil, mais concretamente na cidade de Indaiatuba. A cidade foi escolhida a dedo, afirma a direcção de operações da rede. Indaiatuba acaba de ganhar a certificação de Parceiro da Paz e de Sustentabilidade no Brasil pelo IGWC - International Global Water Coalition.
Além disso, o grupo já possuía um terreno na cidade e tinha a decisão estratégica de abrir uma segunda loja. A direcção da rede afirma que Indaiatuba tem uma população mais consciente, se comparado a outras cidades, e também mais abonada: a renda média das pessoas é maior que a de outras localidades do estado. Indaiatuba é também uma das três cidades do País que mais tem bicicletas, ao lado de Rio Claro (SP) e Joinville (SC).No novo Pão de Açúcar Verde há um bicicletário, que, além de estimular as pessoas a deixarem o carro em casa, atende ao costume da cidade.
Fonte: www.itu.com.br
Antárctida (quase) em directo
Here is a website about of teachers in Antartica, it is possible for students to write questions to these teachers if they want to.
http://www.polartrec.com/
Here is the website of the volcano that I am living on:
http://erebus.nmt.edu/
Very best wishes, and thank you for your interest in my time in Antarctica.
Anna :)
Postal da Antárctida
Acabei de receber este postal, em forma de fotografia, da Anna, que se encontra na Antárctida, mais exactamente no Monte Erebus, a acompanhar um projecto de investigação sobre o vulcanismo. É a sua retribuição aos meus votos da quadra natalícia. Um exemplo para a aula de amanhã sobre a distribuição da população mundial: a Antárctida é, por excelência, o continente mais despovoado de todos.
Os lugares inóspitos têm uma beleza extraordinária, não têm?
4 de janeiro de 2009
Retrato da imigração em Portugal - Materiais de apoio
Do Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME) dois documentos para apoio às aulas sobre as Migrações:
- um relatório do ACIME sobre a situação da imigração em Portugal;
- um resumo das estatísticas sobre a imigração no nosso país, com dados do INE de 2001 e outros mais recentes.
Dois recursos a considerar na preparação da simulação "Julgamento de um imigrante", nas aulas de Geografia das minhas turmas do 8º ano, no tema "População e povoamento", ou no workshop sobre o mesmo tema no Encontro Nacional de Professores de Geografia, em Estremoz.
Por terras raianas
Quem diria que atrás daquela pequena fortaleza escondida na bruma, se avista tamanha beleza? Um paraíso para o btt e para os passeios pedestres. A visitar.
3 de janeiro de 2009
Comércio Justo - Materiais de apoio
Recebido por email mas há já longo tempo guardado para partilhar, estava este conjunto de materiais, sobre o Comércio Justo:- uma brochura sobre as origens, a evolução e os princípios do Comércio Justo;
- um texto sobre os princípios do Comércio Justo, picado no CIDAC;
- um texto do CIDAC sobre as questões éticas ligadas ao consumo;
- um conjunto de várias histórias sobre o Comércio Justo na perspectiva dos jovens (para explorar na aula, para introduzir o tema, por exemplo).
Estes materiais podem ser utilizados em complemento ao Jogo do Comércio Internacional, no desenvolvimento do tema do Comércio, no 3º ciclo.
2 de janeiro de 2009
Produções do GEOTA

Destaco também a informação nele contida acerca do tempo de biodegradação dos resíduos deitados ao mar, algo que a maior parte das pessoas pura e simplesmente desconhece.
Também para visualização e download, este outro folheto, alertando para a necessidade de poupar e proteger a água enquanto recurso da Humanidade.


1 de janeiro de 2009
Um dia sombrio
Por estas e por outras, eu consigo, cada vez mais, ver cada vez menos televisão.
Fronteiras
The Future's So Bright
Timbuk3 - (The future's So Bright) I got to wear shades
Um Excelente Ano de 2009 para todos os amigos e visitantes do Geofactualidades.
30 de dezembro de 2008
Beber com moderação na época natalícia
Criar paisagens liliputianas
Com esta sugestão do Alan, do Living Geography, obtemos uma perspectiva interessante de certas fotos, tornando as paisagens em miniaturas. Experimentei aplicar o TiltShift Maker esta imagem da Caloura (São Miguel, Açores) e eis o resultado. O efeito não se consegue em todas as imagens mas nesta, com um pouco de boa vontade, é perceptível.29 de dezembro de 2008
O que procuram?
28 de dezembro de 2008
A propósito do Natal e do consumismo
Um texto da Clara Ferreira Alves (Uma coisa de plasmar), escrito na revista Única, do semanário Expresso, sobre alguns dos truques e armadilhas aos consumidores mais desprevenidos ou desinformados no que às novas tecnologias diz respeito. "Modas ao dinheiro", como diria o meu pai. Como introdução ao tema do Comércio e para ligar com a Indústria, ou apenas para reflectir.
Uma coisa de plasmar
27 de dezembro de 2008
Woooooooophy!!!!!
... é a expressão que se pronuncia quando se descobre este site com taaaaaaaantas fotografias de lugares por esse mundo fora. Basta clicar na cidade pretendida (ou "procurar") e ver as fotografias.Há cerca de 204.000 fotografias para milhares de lugares. É interessante a hipótese de adicionar a nossa própria fotografia. É necessário utilizar o zoom a 3200% para conseguir ver, mais ou menos, todas as cidades com fotografias em Portugal.

Quase apetece perguntar, para quê viajar se se pode aceder a lugares magníficos com um mero clique? Mas na realidade, nada como ir e ver com os próprios olhos.
26 de dezembro de 2008
Deslocalização da agricultura ?

A crença de que a terra é para aquele que a trabalha esbarra actualmente com um novo fenómeno. Países e empresas privadas estão a comprar ou a arrendar terras no estrangeiro para produzir alimentos. Esta usurpação de território cava um fosso ainda maior entre ricos e pobres e está a tomar-se uma nova forma de colonização. ONG em todo o mundo chamam-lhe a «land grab» do século XXI.
Os desequilíbrios do mercado alimentar e a subida dos preços da comida no início deste ano explicam o fenómeno. Mas os especialistas lançam o alerta de que estes acordos bilaterais - em alguns casos entre governos
Os Sakalava - comunidade nómada de Madagáscar - e tantas outras tribos remotas do planeta vivem do que a terra lhes dá. Esmagadas durante anos pela pressão demográfica, correm agora o risco de perder o pouco que ainda lhes resta. A tribo de Madagáscar aguarda com ansiedade a resposta do Governo à proposta da empresa sul-coreana Daewoo de arrendar 1,3 milhões de hectares (metade da Bélgica) por um período de 99 anos, para cultivar milho e óleo de palma destinados à exportação.
Entre os maiores compradores de terra conhecidos destacam-se o Japão, a China, a Coreia do Sul e os países do Golfo Pérsico. Segundo a FAO, o foco dos grandes investidores incide sobre o continente africano, onde muitos países enfrentam sérios riscos de insegurança alimentar. Da lista fazem parte Etiópia, Quénia, Somália ou Tajiquistão, países a braços com uma crise alimentar grave, que assistem impotentes à ocupação das suas terras por governos ou empresas estrangeiras.
Situações como esta podem gerar conflitos, não só internos - o que já acontece em muitos pontos do globo.
A segurança alimentar das populações é apenas um dos vértices do problema. O outro diz respeito ao impacto ambiental da industrialização agrária, que poderá ser trágico, ou mesmo irreversível. Nos ecossistemas de zonas ricas em biodiversidade, como a floresta tropical de Madagáscar, a introdução de monoculturas - em solos pouco férteis ou inadequados - pode ser desastrosa. Obrigará ao uso de fertilizantes em quantidades maciças e "afectará o solo e as pessoas que dele vivem", garante Michael Taylor.

anto Estado, a RepÚblica das Maldivas foi a primeira a anunciar a intenção de comprar uma parcela de terra, num lugar próximo (Índia ou Sri Lanka), para instalar os 300 mil ilhéus que correm o risco de se tornar refugiados ambientais. Anúncios semelhantes poderão seguir-se, O Governo neo-zelandês dispôs-se a "receber 10 mil refugiados por ano" provenientes das várias ilhas do Pacífico Sul, revelou ao Expresso Julien Vicent, da ONG Greenpeace. Arquipélagos como Tuvalu, Kiribati, Fiji e Ilhas Salomão têm vindo a sofrer uma acelerada erosão costeira. Os habitantes das Ilhas Carteret, na Papua Nova Guiné, estão a ser "deslocados para outras zonas do país devido à contaminação da água potável", provocada pela subida do mar.
Eu também acredito no Pai Natal
U2 - I believe in Father Christmas
Um contributo dos U2 para a (red)wire.com, uma iniciativa destinada a divulgar a música e a salvar vidas em África, vítimas do VIH/SIDA.
O mundo iluminado

Recordar 2004

Há precisamente quatro anos atrás, o Mundo acordava em plena quadra natalícia,com a trágica notícia de um tsunami no Sudeste da Ásia. Nas horas e dias que se seguiram, a dimensão da tragédia foi sendo ampliada para números dramáticos. A Indonésia e a Tailândia foram os países mais afectados por esta catástrofe natural, onde cerca de 220 mil mortos se somaram aos milhões de outras vítimas, incluindo os desalojados.
Quatros anos depois, as feridas ainda estão muito presentes, pese embora a actividade económica das áreas afectadas já se tenha recomposto, em particular o turismo, contribuindo assim para minorar os efeitos da catástrofe.
A Escola vista pelo Dr. Daniel Sampaio
Daniel Sampaio
Da Matemática não me apetece falar, o stôr tem pouca pachorra para tirar dúvidas. História é um bocado seca e percebo mal o livro, faço confusão porque não contam a vida dos reis como o meu avô me explicava, por isso estudo para os testes e depois esqueço tudo.Não, não pensem que venho aqui criticar a escola, já disse que gosto de lá andar. O problema é que aquilo anda mesmo esquisito, podem crer. Já o ano passado os stôres andavam às turras com a ministra e apareciam nas aulas chateados, um gajo mandava uma boca e levava logo um sermão, às vezes diziam mesmo para nos queixarmos à ministra, como se chibar fosse coisa que desse jeito. Mas este ano está bem pior: falamos com os professores nos intervalos, "olá, stôr!" e eles andam mesmo tristes, a minha stôra de Inglês, que eu curto bué, diz que está "desmotivada" e que está farta de grelhas de avaliação e de pensar em objectivos.
Eu de grelhas não percebo nada e, quanto aos objectivos, os meus são divertir-me uma beca e passar o ano, não quero mesmo ficar para trás porque os meus pais dão-me nas orelhas e fico sem os meus amigos, que é uma das coisas porreiras que a escola tem.Por isso peço a todos que se entendam. Ver os professores aos berros na rua é uma coisa que eu compreendo, têm todo o direito porque nós às vezes também andamos, o problema é que assim ainda há menos gente a preocupar-se connosco. Os nossos pais não têm tempo, andam sempre a trabalhar e ficam descansados porque estamos na escola a aprender e a lutar pelo nosso futuro, mas agora a coisa está preta, os nossos stôres estão cansados, o que é mau para nós: quem nos ajuda quando estamos aflitos?
Eu sempre contei com um ou dois dos meus stôres, o ano passado quando me achava um monstro (cheio de borbulhas e a sentir que as miúdas não olhavam para mim) foi a stôra de Português que me chamou no fim da aula e conversou comigo, bastou ela ouvir com atenção e dizer que compreendia o que eu sentia para me sentir muito melhor. E quando o Tavares disse que se ia matar porque a rapariga com quem andava foi vista a curtir com um gajo qualquer, foi o nosso DT que falou com ele e lhe arranjou uma consulta no psicólogo. Não percebo nada da guerra dos professores, só sei que deve ser justa porque eles esforçam-se muito, já pensaram no que é aturar a malta, sobretudo alguns que só querem fazer porcaria, põem-se aos berros nas aulas e não obedecem, às vezes até palavrões dizem para os stôres?
Muitos de nós querem aprender, mas o barulho é grande e há muita confusão, há lá gajos, repetentes e isso, que só lá estão porque são obrigados, depois há outros que são de fora e não percebem bem português, outros ainda têm problemas em casa e passam mal, a Vanessa que tem um pai alcoólico e que chora quase todos os dias ainda por cima foi empurrada na aula por um colega que só lá está a armar confusão... o DT disse que nós devíamos ser responsáveis e que tínhamos de acabar com isso, mas eu acho que a ministra devia era dar força aos professores para serem melhores, o meu pai diz que ela às vezes está certa mas eu não concordo, se vejo todos, mesmo todos os stôres da minha escola contra ela devem ter razão, os professores às vezes erram mas são importantes para nós, precisamos de estudar para ver se nos livramos do desemprego, isso é que é verdade!
Por isso espalhem este mail, façam forward para quem quiserem. Digam aos que mandam para terminarem com as discussões que já estamos fartos e como na minha escola somos todos contra isso dos ovos (uma estupidez), *digam à ministra e aos sindicatos que já chega!* Façam uma escola melhor, ajudem os professores a resolver todos os problemas das aulas (ninguém pode fazer isso em vez dos stôres) e arranjem maneira de nós aprendermos mais, para ver se percebemos melhor o mundo e nos safamos, o que está a ser difícil.
Quem quiser dê opinião, o meu mail é brunovanderley@gmail.com e sou do 8.º E da Escola Básica 2/3 do Lá Vai Um.
Revista "Pública" 30 de Novembro 2008.
25 de dezembro de 2008
24 de dezembro de 2008
23 de dezembro de 2008
22 de dezembro de 2008
Em prol do "fast-food"?
O produto, baptizado de Flame (Chama), é baseado no hamburguer Whopper, que, segundo a empresa, «é o favorito dos americanos».
No site criado especialmente para divulgar a fragrância, o Burger King diz que o Flame é «o perfume da sedução com um toque de carne grelhada».
Jornal SOL de 19 de Dezembro de 2008
Para quando um perfume nacional com odor a "cozido à portuguesa"?
It's easy to thumb!
21 de dezembro de 2008
O meu ecoponto
Em matéria de reciclagem, Portugal evoluiu bastante nos últimos anos. No que à recolha selectiva de resíduos diz respeito, as iniciativas de sensibilização têm sido muitas, sobretudo nos media. Isto a propósito de "O meu ecoponto", um site que tem uma enorme utilidade para todos enquanto produtores de resíduos sólidos.Neste site podemos saber a localização dos ecopontos mas próximos de nós e, um facto mais surpreendente, sugerir localizações para ecopontos, ou fazer a avaliação do estado dos já existentes. Servirá de algo?! Esperemos que sim. Se as opiniões e sugestões forem, ao menos, lidas, já será um avanço.
Uma página de esclarecimento de dúvidas com informação interessante, prestada por quem sabe, é sempre útil. Uma iniciativa do GEOTA e da Sociedade Ponto Verde, que se aplaude.
Proposta de trabalho sobre o comércio

Aqui fica a proposta de trabalho lançada aos meus alunos do 9º ano, bem como exemplos de um pequeno número de outros trabalhos recebidos.
A mais velha aliança do mundo

20 de dezembro de 2008
O preço humano de um vídeoclip
O ensino da Geografia nos EUA
Christina Salas
10 December 2008
The education system in this country has never done a satisfactory job in pushing geographic knowledge. Just as U.S. students are losing ground in the international education rankings, so too is geography falling completely off the map in secondary education. In an era where most children have seen the top of their own home on Google Earth and wouldn't dream of going someplace new without a printed out set of turn-by-turn directions from MapQuest, the knowledge of how these technologies developed and what they could be used for is noticeably absent in the education system.
The true power of geographic education lies beyond the pure collection of facts like what is the capital of this and where is the longest that. While geography does encompass all of these things, it goes beyond the memorization of facts by using them to understand why the world works the way it does, from why this mountain is here to why this economic industry is suffering there.
The true genius in the study of geography is that it allows the student to gain a more well-rounded view of the world beyond such one-dimensional subjects like economics or sociology. Geography views not just the importance in all subjects, but the importance in combining them together to look at a place or a person or a government or an economy through a wider set lens. Through this multi-disciplinary lens, a true student of geography is able to piece facts together from across all subjects to create a greater, more enhanced view of the world.
Many contemporary authors have popularized the study of globalization and the notion that the world is becoming a smaller, more interconnected place through the internet, the mass spread of information and the onset of international travel among others. But what good can come of a more interconnected world if those people who are becoming more connected have no knowledge, political, economic, social or otherwise of the places and the people with which they are connecting to? And while I'm sure high-school age students could discuss the basic facts concerned with the Iraq war, how many could point Iraq out on a map, could explain how religious tensions have played a central part in the breakdown Iraqi domestic politics or why many believe Iran to be a more imminent threat than Iraq to begin with?
Most American high school students do not see too far past their own front door and public education has systematically created generation after generation of children that find complete complacency with our lack of geographic knowledge.
Well-planned geography classes with interesting and challenging curriculum coupled with prepared teachers could help solve this monumental problem. While many do not view this as a monumental problem, I feel that the effects of geographic ignorance will completely come to light when this generation leaves the safe and secure walls of academia and set forth into the work force.
Christina Salas is a recent graduate from the University of Miami with a Master's degree in geography. Her graduate studies focused on petroleum geopolitics and regionalism in South America.About.com: Geography
Alimentação e sustentabilidade no Japão
19 de dezembro de 2008
Um mundo perigoso?
Uma actividade mais simples será complementar este conjunto de imagens com a produção de um mapa, localizando os 20 lugares mais perigosos do mundo. Não é necessário um software específico e tudo pode ser feito de forma bastante simples com o recurso ao Map Maker. Um recurso bastante simples de utilizar. Mas mesmo bastante simples de fazer um mapa em poucos minutos.

No final, o mapa produzido pode ser enviado para a plataforma Moodle da escola ou para o blogue Posterous, de que aqui já falei há pouco tempo, bem como as respostas às perguntas lançadas: qual a localização dos lugares mais perigosos? quais os continentes "mais perigosos"? o que há de comum a esses países? quais as razões pelas quais são considerados perigosos?
18 de dezembro de 2008
Ser professor em Portugal
Quase 75% dos professores trocavam de profissão se pudessem
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa e 81 por cento admitem que, se pudessem, pediam a aposentação, mesmo com penalizações, segundo um inquérito a mais de mil docentes que será apresentado hoje. (Lusa/SOL)
Creio que este estado de espírito docente tem sobretudo a ver com a situação que actualmente se atravessa em termos de Educação: o mesmo inquérito feito há uns meses atrás daria, creio eu, números bastante diferentes. Pessoalmente, e apesar da grande insatisfação acerca desta política educativa que tem sido seguida e de todas as vicissitudes da profissão, ainda continuo a gostar de ser professor. E felizmente que os meus alunos percebem isso, depois da avaliação que fizeram às aulas de Geografia do 1º período. Ao menos isso dá-me algum consolo: saber que os meus alunos reconhecem o gosto que tenho em estar na sala de aula com eles. É certo que nem sempre o reconhecimento se faz da melhor maneira mas isso são aspectos para reflectirmos em conjunto. Eu e eles.
O futuro não se afigura melhor mas acredito que haverá algum responsável ministerial que se proponha a melhorar a situação, devolvendo às escolas a autonomia necessária para porem em prática aquilo que consideram mais útil para os seus alunos. Para tal será necessário que o Ministério da Educação (todos os que virão porque o actual já não existe) se dispam da tentação centralizadora e controleira que sempre têm e conheçam de facto o quotidiano de uma escola e de uma sala de aula. Só então teremos reais condições para progredir. Responsabilizando todos, e não apenas quem está na base da pirâmide e apenas se limita a cumprir as ordens e orientações dos sucessivos titulares da pasta educativa, que apenas se limitam a desfazer o que anteriores realizaram, mal ou bem. Sem ao menos avaliar essas realizações de forma séria.
Haja esperança, ao menos.
Rotação da Terra em tempo real

Seguindo este link, pode-se ver a Terra ao vivo via satélite, em tempo real, bastando clicar em F5 (actualizar). Sugiro que deixem o navegador aberto na imagem e clicar F5 a cada 5 minutos, para se observar o efeito da rotação da Terra. Pode clicar-se em qualquer lugar do globo, e esse será o ponto central de observação.
17 de dezembro de 2008
Estatísticas simples para alunos
Não, não vou divulgar nenhuns dados estatísticos. Apenas relembrar da existência do site ALEA - Acção Local Estatística Aplicada, um projecto muito interessante e útil na divulgação e na desmistificação da estatística para os jovens. Ora, uma das secções da ALEA é precisamente a divulgação de números interessantes relativamente aos concelhos portugueses, tais como os concelhos com maior densidade populacional em 1991 e em 2001, entre alguns outros.
Outra das grandes utilidades da ALEA é a aplicação que permite a obtenção de alguns dados estatísticos mais básicos por NUTE 1, NUTE 2, NUTE 3, concelho e freguesia, nem sempre fáceis de obter (consegue-se através do INE mas o acesso nem sempre é o mais fácil). Acede-se através do link O meio envolvente.
Para informações estatísticas sobre os países lusófonos, há uma secção própria que tem, na hora, dados essenciais.
Para conhecer a realidade comparada de Portugal e Espanha está disponível para download a publicação "Península Ibérica em Números 2007", que tem como objectivos, apresentar a situação de Portugal e Espanha relativamente a um conjunto de indicadores e, por outro, mostrar a posição que cada um dos dois países ocupa no contexto da União Europeia, relativamente a alguns indicadores em áreas temáticas tão diversas como a tecnologia e o mercado de trabalho, passando pela educação e pelos transportes.

















