Feliz Noite de Natal.
24 de dezembro de 2008
23 de dezembro de 2008
22 de dezembro de 2008
Em prol do "fast-food"?
O produto, baptizado de Flame (Chama), é baseado no hamburguer Whopper, que, segundo a empresa, «é o favorito dos americanos».
No site criado especialmente para divulgar a fragrância, o Burger King diz que o Flame é «o perfume da sedução com um toque de carne grelhada».
Jornal SOL de 19 de Dezembro de 2008
Para quando um perfume nacional com odor a "cozido à portuguesa"?
It's easy to thumb!
21 de dezembro de 2008
O meu ecoponto
Em matéria de reciclagem, Portugal evoluiu bastante nos últimos anos. No que à recolha selectiva de resíduos diz respeito, as iniciativas de sensibilização têm sido muitas, sobretudo nos media. Isto a propósito de "O meu ecoponto", um site que tem uma enorme utilidade para todos enquanto produtores de resíduos sólidos.Neste site podemos saber a localização dos ecopontos mas próximos de nós e, um facto mais surpreendente, sugerir localizações para ecopontos, ou fazer a avaliação do estado dos já existentes. Servirá de algo?! Esperemos que sim. Se as opiniões e sugestões forem, ao menos, lidas, já será um avanço.
Uma página de esclarecimento de dúvidas com informação interessante, prestada por quem sabe, é sempre útil. Uma iniciativa do GEOTA e da Sociedade Ponto Verde, que se aplaude.
Proposta de trabalho sobre o comércio

Aqui fica a proposta de trabalho lançada aos meus alunos do 9º ano, bem como exemplos de um pequeno número de outros trabalhos recebidos.
A mais velha aliança do mundo

20 de dezembro de 2008
O preço humano de um vídeoclip
O ensino da Geografia nos EUA
Christina Salas
10 December 2008
The education system in this country has never done a satisfactory job in pushing geographic knowledge. Just as U.S. students are losing ground in the international education rankings, so too is geography falling completely off the map in secondary education. In an era where most children have seen the top of their own home on Google Earth and wouldn't dream of going someplace new without a printed out set of turn-by-turn directions from MapQuest, the knowledge of how these technologies developed and what they could be used for is noticeably absent in the education system.
The true power of geographic education lies beyond the pure collection of facts like what is the capital of this and where is the longest that. While geography does encompass all of these things, it goes beyond the memorization of facts by using them to understand why the world works the way it does, from why this mountain is here to why this economic industry is suffering there.
The true genius in the study of geography is that it allows the student to gain a more well-rounded view of the world beyond such one-dimensional subjects like economics or sociology. Geography views not just the importance in all subjects, but the importance in combining them together to look at a place or a person or a government or an economy through a wider set lens. Through this multi-disciplinary lens, a true student of geography is able to piece facts together from across all subjects to create a greater, more enhanced view of the world.
Many contemporary authors have popularized the study of globalization and the notion that the world is becoming a smaller, more interconnected place through the internet, the mass spread of information and the onset of international travel among others. But what good can come of a more interconnected world if those people who are becoming more connected have no knowledge, political, economic, social or otherwise of the places and the people with which they are connecting to? And while I'm sure high-school age students could discuss the basic facts concerned with the Iraq war, how many could point Iraq out on a map, could explain how religious tensions have played a central part in the breakdown Iraqi domestic politics or why many believe Iran to be a more imminent threat than Iraq to begin with?
Most American high school students do not see too far past their own front door and public education has systematically created generation after generation of children that find complete complacency with our lack of geographic knowledge.
Well-planned geography classes with interesting and challenging curriculum coupled with prepared teachers could help solve this monumental problem. While many do not view this as a monumental problem, I feel that the effects of geographic ignorance will completely come to light when this generation leaves the safe and secure walls of academia and set forth into the work force.
Christina Salas is a recent graduate from the University of Miami with a Master's degree in geography. Her graduate studies focused on petroleum geopolitics and regionalism in South America.About.com: Geography
Alimentação e sustentabilidade no Japão
19 de dezembro de 2008
Um mundo perigoso?
Uma actividade mais simples será complementar este conjunto de imagens com a produção de um mapa, localizando os 20 lugares mais perigosos do mundo. Não é necessário um software específico e tudo pode ser feito de forma bastante simples com o recurso ao Map Maker. Um recurso bastante simples de utilizar. Mas mesmo bastante simples de fazer um mapa em poucos minutos.

No final, o mapa produzido pode ser enviado para a plataforma Moodle da escola ou para o blogue Posterous, de que aqui já falei há pouco tempo, bem como as respostas às perguntas lançadas: qual a localização dos lugares mais perigosos? quais os continentes "mais perigosos"? o que há de comum a esses países? quais as razões pelas quais são considerados perigosos?
18 de dezembro de 2008
Ser professor em Portugal
Quase 75% dos professores trocavam de profissão se pudessem
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa e 81 por cento admitem que, se pudessem, pediam a aposentação, mesmo com penalizações, segundo um inquérito a mais de mil docentes que será apresentado hoje. (Lusa/SOL)
Creio que este estado de espírito docente tem sobretudo a ver com a situação que actualmente se atravessa em termos de Educação: o mesmo inquérito feito há uns meses atrás daria, creio eu, números bastante diferentes. Pessoalmente, e apesar da grande insatisfação acerca desta política educativa que tem sido seguida e de todas as vicissitudes da profissão, ainda continuo a gostar de ser professor. E felizmente que os meus alunos percebem isso, depois da avaliação que fizeram às aulas de Geografia do 1º período. Ao menos isso dá-me algum consolo: saber que os meus alunos reconhecem o gosto que tenho em estar na sala de aula com eles. É certo que nem sempre o reconhecimento se faz da melhor maneira mas isso são aspectos para reflectirmos em conjunto. Eu e eles.
O futuro não se afigura melhor mas acredito que haverá algum responsável ministerial que se proponha a melhorar a situação, devolvendo às escolas a autonomia necessária para porem em prática aquilo que consideram mais útil para os seus alunos. Para tal será necessário que o Ministério da Educação (todos os que virão porque o actual já não existe) se dispam da tentação centralizadora e controleira que sempre têm e conheçam de facto o quotidiano de uma escola e de uma sala de aula. Só então teremos reais condições para progredir. Responsabilizando todos, e não apenas quem está na base da pirâmide e apenas se limita a cumprir as ordens e orientações dos sucessivos titulares da pasta educativa, que apenas se limitam a desfazer o que anteriores realizaram, mal ou bem. Sem ao menos avaliar essas realizações de forma séria.
Haja esperança, ao menos.
Rotação da Terra em tempo real

Seguindo este link, pode-se ver a Terra ao vivo via satélite, em tempo real, bastando clicar em F5 (actualizar). Sugiro que deixem o navegador aberto na imagem e clicar F5 a cada 5 minutos, para se observar o efeito da rotação da Terra. Pode clicar-se em qualquer lugar do globo, e esse será o ponto central de observação.
17 de dezembro de 2008
Estatísticas simples para alunos
Não, não vou divulgar nenhuns dados estatísticos. Apenas relembrar da existência do site ALEA - Acção Local Estatística Aplicada, um projecto muito interessante e útil na divulgação e na desmistificação da estatística para os jovens. Ora, uma das secções da ALEA é precisamente a divulgação de números interessantes relativamente aos concelhos portugueses, tais como os concelhos com maior densidade populacional em 1991 e em 2001, entre alguns outros.
Outra das grandes utilidades da ALEA é a aplicação que permite a obtenção de alguns dados estatísticos mais básicos por NUTE 1, NUTE 2, NUTE 3, concelho e freguesia, nem sempre fáceis de obter (consegue-se através do INE mas o acesso nem sempre é o mais fácil). Acede-se através do link O meio envolvente.
Para informações estatísticas sobre os países lusófonos, há uma secção própria que tem, na hora, dados essenciais.
Para conhecer a realidade comparada de Portugal e Espanha está disponível para download a publicação "Península Ibérica em Números 2007", que tem como objectivos, apresentar a situação de Portugal e Espanha relativamente a um conjunto de indicadores e, por outro, mostrar a posição que cada um dos dois países ocupa no contexto da União Europeia, relativamente a alguns indicadores em áreas temáticas tão diversas como a tecnologia e o mercado de trabalho, passando pela educação e pelos transportes.
"Salvem os ricos"
16 de dezembro de 2008
Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil
A pedido do Kenny O'Donnell do Odblog, e esperando servir outros visitantes, aqui fica o link para o download do Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, um software bastante útil pois permite vários tipos de consulta, de dezenas de indicadores sociais e económicos em diversos níveis geográficos (país, grandes regiões, Estados e municípios). As informações podem também ser visualizadas em tabelas, rankings, gráficos e mapas temáticos.
O Atlas permite ainda ao utilizador elaborar suas próprias tabelas e transformá-las em mapas, manipulando as configurações do mapa (número de classes, cores, método de criação de classes, etc) de acordo com as suas necessidades.Mais informações sobre o Atlas, no PNUD Brasil, aqui.
Viagem de uma gota de água
Como prometido há umas semanas atrás, aqui estão dois dos muitos trabalhos das minhas 5 turmas do 8º ano, e os links para outros três exemplos recebidos.
15 de dezembro de 2008
Portugal em números
Pela informação que aparece em rodapé, este será um site credível, pois a ser verdade, os dados disponibilizados foram / são (?) obtidos a partir de "publicações oficiais do INE, OCDE, EUROSTAT, ESTADO PT. Todos os valores apresentados foram cuidadadosamente elaborados com base nas fontes referidas". Refiro-me ao "POR7UGAL - os melhores números que podemos ter", um site com estatísticas muito diversas e muito mas muito bem arrumadinhas para consulta, uma tarefa bastante facilitada se considerarmos utilizar o POR7UGAL nas aulas ou para trabalhos de grupo/pesquisa dos alunos.Para além dos dados dinâmicos que nos vão surgindo nos diversos painéis temáticos, podemos aceder a uma gama de informações estatísticas com algum detalhe e interesse para fazer uma "radiografia" ao nosso país.
No painel de Economia, repare-se como, em plena crise, os lucros da banca evoluem de forma tão .... positiva.
No POR7UGAL encontramos também um painel de contadores mundiais para diversos temas. Uma sugestão de trabalho a propor aos alunos poderá ser, por exemplo, o registo do valor do número de nascimentos, em Portugal e no Mundo, a uma determinada hora, e um novo registo noutro dia, à mesma hora, para comparar os ritmos de crescimento, ou calcular projecções baseadas na evolução de vários dias. Será um exercício simples que apelará à interdisciplinaridade com Matemática.
Encontramos também em Links Globais um excelente directório de ligações para o instituto nacional de estatística de variadíssimos países, agrupados por continentes. Em alternativa, existe sempre o conhecido CIA WorldFactbook.
14 de dezembro de 2008
Trabalho "As minhas marcas"
Depois de andar muito tempo sem saber o que fazer ao cartoon enviado pela Emília Sande Lemos e já publicado aqui, resolvi finalmente solicitar aos alunos do 9º ano para fazerem o seu horário diário das marcas / produtos que utilizam. Tal implicava que os alunos reflectissem individualmente sobre toda a panóplia de produtos que diariamente consomem, bem como das marcas de que estão mais ou menos dependentes.Todos seguiram o mesmo modelo à excepção da Joana Cabrita, do 9ºB, que me apresentou este trabalho muito bem concebido e que intitulou de "A corrida das marcas". Irrepreensível no conteúdo e graficamente delicioso. Dei nota máxima a este Trabalho. E por isso lhe quero dar aqui o merecido destaque.
Em breve colocarei aqui alguns dos trabalhos que recebi, os quais não conseguiram fugir ao modelo da proposta mas que nem por isso deixam de merecer destaque.
Da leitura de alguns trabalhos constatei que muitos dos alunos não se vestem, nem calçam de manhã, outros usam o telemóvel durante o dia inteiro e outros comem todos os dias no McDonalds (mesmo se o mais próximo da Lourinhã fica a 22 km!!). Bem sei que se tratou apenas de identificar a hora de almoço, mas não deixo de registar a associação feita (ou será antes o desejo?).
Questões sobre a avaliação
- ¿Qué accidente costero has pintado tú?, le preguntó el profesor, sorprendido por el dibujo.
- Un día que fuimos de excusión papá y yo a la orilla del mar. Y yo sufrí un accidente porque me caí y me hice daño en una pierna. Eso es un accidente costero.
Exacto. Un accidente costero.
La respuesta fue considerada errónea y fue calificada con un cero. Se trataba, sin embargo, de una respuesta lógica. Si el niño hubiera reproducido un gráfico visto en el libro de texto sin entender, por ejemplo, el concepto de cabo, es probable que hubiera tenido una valoración positiva.
La evaluación que hacemos en las aulas suele tener un acentuado componente memorístico. ¡Claro que es necesaria la memoria! No seré yo quien la condene. El ser humano está amasado de memoria. Pero, además de repetir, podemos comprender, pensar, analizar, comparar, opinar, crear. Si hiciéramos una relación de las tareas intelectuales que se pueden realizar en un aula, veríamos que la gama es amplia y diversa: memorizar (sin comprender), aprender algoritmos (es decir, los pasos), comprender, analizar, opinar, indagar, inventar…
Si le preguntamos a alguien de dónde a dónde van las tareas más potentes intelectualmente (todas ellas son importantes y necesarias, ya lo sé) es probable que nos diga que están clasificadas de menos a más. Pero si comprobamos qué tareas están más presentes en las evaluaciones, es probable que la clasificación esté invertida. De esta manera, con la forma de hacer evaluación estaríamos potenciando las tareas intelectualmente más pobres. No podemos olvidar que la evaluación condiciona todo el proceso de enseñanza aprendizaje. Porque los alumnos (y los padres y la sociedad) lo que demandan sobre todo no es el aprendizaje sino el aprobado.
Claro que cuando se piden respuestas de carácter repetitivo la corrección es más sencilla, más rápida y más segura. En caso de que haya reclamaciones, la justificación será mucho más contundente. "Lo tienes mal", y ya está. En caso de que los padres u otros agentes demanden explicaciones, la respuesta será muy simple: "Había que poner esto y ha puesto esto otro. O nada". El niño del accidente costero tiene que saber qué contenido semántico tiene esa expresión. Tiene que saber qué es un accidente costero. Pero ha razonado correctamente. Ha pensado por sí mismo, no se ha limitado a repetir de memoria una definición o un concepto que acaso no ha entendido.
Se han hecho investigaciones que demuestran que para que haya rigor en la corrección de ejercicios de ciencias harían falta, al menos, doce correctores. Se me dirá que la solución a un problema matemático tiene una sola interpretación correcta. No es así. Demos el mismo ejercicio a varios correctores.
- Uno califica con cero un ejercicio porque el alumno se olvidó de añadir kilogramos al número exacto de la respuesta.
- Otro, por ese olvido, sólo le resta unas décimas.
- Otro no dará por buena la solución porque no se alcanzó por el método explicado en el aula.
- Alguien tendrá muy en cuenta la expresión matemática.
- Hay quien dará mucho peso a la claridad de la letra o las faltas de ortografía.
Razones discutibles, pero lógicas. Hay otros factores que condicionan la calificación y que tienen poco que ver con la lógica (y menos con la ética)
- Perdió el equipo del que el profesor es un forofo empedernido.
- El evaluador tuvo una horrible discusión con pareja e inmediatamente se puso a corregir.
- El dolor de estómago que sufría mientras corregía los ejercicios era insoportable.
- Antes del ejercicio en cuestión había evaluado un trabajo sobresaliente.
- El alumno que ha hecho el ejercicio ha tenido un comportamiento inaceptable toda la semana.
En el caso de ejercicios de letras, para garantizar el rigor, harían falta más de cien correctores. El primer año que impartí docencia en Primaria, pedí a mis alumnos que contasen por escrito una historia. Uno de aquellos niños comenzó su redacción de la siguiente manera: "Aquella mañana el príncipe salió cabalgando en todas las direcciones". Me pareció una forma maravillosa de expresar una idea. Otro corrector podría haberle dicho que eso que había escrito era completamente imposible.
Dejo al margen una cadena de cuestiones más complejas e importantes: ¿Lo que se estudia es lo que más importa estudiar?, ¿se aprende con esos métodos?, ¿se sabe si se ha aprendido con esa forma de hacer evaluación?, ¿qué han aprendido por el hecho de haber intentado aprenderlo y evaluarlo de esa manera?…. No hay formas inequívocas de saber si se ha aprendido. Por eso debemos ser flexibles (no dogmáticos en la evaluación). Necesitamos saber lo que dicen y aquello que han querido decir. Necesitamos conocer qué es lo que realmente saben. Un accidente costero, efectivamente, puede ser una caída que un niño ha sufrido en la costa.:
En un interesante libro que acaba de publicar Philippe Perrenoud titulado "La evaluación de los alumnos", dice este destacado sociólogo suizo: "Cuando la evaluación se hace formativa, se transforma en una dimensión del acto de enseñar y de las situaciones didácticas. Es más fecundo pensarla en el marco de un enfoque global de los procesos de regulación de los aprendizajes y como componente de una situación y un dispositivo didácticos, más bien que como práctica evaluativa distinta". La evaluación de los alumnos ha de ser un camino que nos lleve a la mejora del proceso de enseñanza y aprendizaje.
Ainda será possível perdermo-nos?
The Lost Art of Getting Lost
Not long ago in the Adirondacks on the summit of Mount Marcy, New York's highest mountain, a wilderness ranger was taken aback when a hiker whipped out a cellular phone to call his office more than 300 miles away in Manhattan and report: "I'm not feeling well. I can't make it in to work today."
On the summit of Mount McKinley in Alaska, several years ago, Mark Fincher, a back-country ranger at Yosemite, saw a climber use a hand-held radio to place a phone call to Los Angeles. "It was the strangest thing I've ever confronted," Mr. Fincher said.
Less than a century ago, the naturalist John Muir wrote of riding an avalanche for miles into Yosemite Valley and later surviving on Mount Shasta one blizzardy November night by huddling next to one of the volcano's scalding steam fissures. Setting out with a blanket, some bags of food and a burro, he would wander the mountains for months on end, knowing that if he fell off a cliff or was eaten by a bear, well, that was part of the quest. High-Tech Hikers.
Muir was an important force in getting the Government to preserve bits and pieces of untamed land by establishing official wilderness areas. But high technology is rapidly ending the possibility of real solitude. Moreover, in the face of advanced mobile technologies, the very idea of wilderness, once one of the themes said to define the American spirit, is vanishing.
Wilderness is supposed to be a place where, compasses notwithstanding, there is always the possibility of getting lost, where one must pit one's wits against the elements to survive. Now the elements barely have a chance. A dazzling array of new technologies, including hand-held global positioning satellite receivers and computerized altimeters make it possible to know where you are within 300 feet. In many otherwise remote places, one can pick up a cellular telephone and call for directions. Soon fleets of communications satellites such as Motorola Corporation's Iridium system will permit one to make a telephone call -- or be beeped -- from anywhere on earth.
"A key reason the wilderness areas were set up was to provide solitude and an escape from technology," said Jay Watson, regional director for the Wilderness Society in California and Nevada. "It diminishes the value of wilderness to the human spirit if you're forever safe."
In the 1950's the sociologist David Riesman wrote in his book "The Lonely Crowd" that the death of community meant that one could be surrounded by people yet still be profoundly alone and isolated. Wireless communications technologies are turning his original vision inside out. With cellular phones and wireless E-mail, one can be physically alone yet still in the midst of a clamoring invisible crowd.
"The community has triumphed over the individual," said Michael Schrage, a research associate at the Sloan School of Management at the Massachusetts Institute of Technology and a technology columnist for The Los Angeles Times. "The idea of the frontier used to be a compelling American metaphor. Now it is irrelevant."
Some weekend mountaineers now seem to consider it an inalienable right to be rescued when they find themselves trapped in some mountain col. Search and rescue teams around the country say they are receiving calls for help on increasingly ubiquitous cellular telephones and walkie-talkies, even from hikers who have momentarily lost their way in the fog.
In Yosemite National Park there have already been a number of cellular telephone rescues. A woman hiking above the rim of the Yosemite Valley lost the trail near dark this summer and called the park search and rescue service. She seemed to be in a panic, and after failing to get her to describe her location, John Dill, a search and rescue officer, sent a helicopter to look for her. He said he was worried that she might walk the wrong direction and fall off a cliff. By listening for the helicopter and telling Mr. Dill in which direction it seemed to be flying, the woman was able to lead the rescuers to her.
12 de dezembro de 2008
Um blogue por e-mail
Quando pensei no Geofactualidades, tive intenção de criar um espaço onde pudesse colocar recursos de apoio às aulas de Geografia, tais como sites sobre temas específicos para a disciplina. Porém, com o passar do tempo, tenho colocado aqui outros recursos que se me afiguram como interessantes para qualquer professor, principalmente por proporcionarem a integração das TIC na sala de aula.Descoberto hoje mesmo, o Posterous é um desses recursos que podem ser de grande utilidade para as aulas de Geografia, mas não só. Posterous é um site que permite a criação e a "alimentação" de um blogue através de email. Bem sei que o Blogger também permite a publicação imediata de posts enviados por email mas ainda não consegui que fizesse para ficheiros em formato pdf ou vídeo, por exemplo. No Posterous essa é uma possibilidade real e de uma simplicidade enorme.

O Posterous é a ferramenta ideal para que os alunos / turmas publiquem os seus trabalhos individuais. Basta o professor criar a conta no Posterous e divulgar aos alunos o endereço de email para que façam os seus envios. Poderá nem ser necessário fazer registo, tornando o processo ainda mais simples. No caso de apresentações em MS Powerpoint, o Posterous converte-os de imediato para que possam ser lidos no próprio site, sem haver necessidade de descarregar o ficheiro para o computador.
11 de dezembro de 2008
Maquete sobre rede hidrográfica
10 de dezembro de 2008
How do "Yudu"?
O trabalho final apresenta uma interface de leitura que permite ir virando as páginas, com a funcionalidade de poder recomendar a leitura a outras pessoas pelo email.
Uma ferramenta interessante para os alunos elaborarem e enviarem os seus trabalhos escritos, por exemplo, ou para o professor compilar vários relatórios de alunos ou outros recursos escritos.
Jogo do Comércio Internacional - O Melhor Relatório de 2008/09
Wordle feito a partir do relatório sobre o Jogo do Comércio Internacional, elaborado pelo grupo do 9º ano, da turma B, composto pela Carla Neto, Emanuel Santos, Adriana Gonçalves e Kevin Vitória. O relatório elaborado por este grupo destacou-se entre os demais das minhas três turmas do 9º ano e pode ser descarregado aqui.8 de dezembro de 2008
6 de dezembro de 2008
(bio)DaVersity Code
(bio)DaVersity Code trata-se de uma curta animação falada em inglês e é uma rábula ao Código da Vinci, tendo por base a biodiversidade e os efeitos da acção humana sobre os ecossistemas, sendo protagonizado por Robert Pinguin (Langdon) e Sophie Minow (Neveau).
Clicando em Learn More entramos numa outra página de grande interesse acerca dos grandes "santuários" da biodiversidade em todo o Mundo.
Desde a Amazónia até à Grande Barreira de Coral, passando pelos mangais da Ásia, podemos ver uma sequência de imagens sobre cada um destes ecossistemas, com uma narração em fundo, seguido de um conjunto de vários painéis com informações diversas sobre a área / ecossistema escolhido.Nota: A única possibilidade de capturar as imagens é através da tecla PrintScreen e colagem no processador de texto ou num editor de imagens.
Design criativo e informação
5 de dezembro de 2008
Nova publicação sobre desenvolvimento sustentável
Actualmente vemos a expressão “desenvolvimento sustentável” por todo o lado, mas o que significa exactamente esta expressão? De que forma a produção e o consumo influenciam a sustentabilidade? A globalização da economia está a ajudar ou a retardar o desenvolvimento sustentável? Podemos medir a sustentabilidade utilizando as ferramentas tradicionais da análise económica? O que podem fazer os governos, empresas e cidadãos para promoverem o desenvolvimento sustentável?Este livro da série Essenciais OCDE formula as perguntas e apresenta as ideias, temas e tendências que modelam o nosso pensamento sobre a sustentabilidade. Defende que apesar de o conceito ser frequentemente visto como essencialmente ambiental, a sustentabilidade versa, de facto, sobre a utilização do desenvolvimento económico para a promoção de uma sociedade mais justa respeitando os ecossistemas e os recursos naturais.
Acabado de ser publicado no passado dia 2 de Dezembro pela OCDE, este e-book sobre as ligações entre economia, sociedade e ambiente pode ser descarregado daqui.
Os exames de Geografia noutros países
"Geography exam papers have seen more changes in the past 10 years than in the previous 100, with the emphasis now very much on the impact of human activity on the world. That’s the finding of research looking at geography papers for 16 year olds from 1867 to 2007 by Cambridge Assessment, which is this year celebrating its 150th anniversary.
The research looked at papers every tenth year from 1867 through to 2007. For the first 100 years papers concentrated on map skills, physical geography (natural features of the world as it is, including rock formations, plants and animals, climate and natural resources) and human geography (human activity, including agriculture, industry, and urban development) relating to different areas of the world, usually the British Isles or UK, Europe and North America.
While there was little change in the aims and purposes of studying geography over this time, there were changes based on developments in knowledge and teaching methods. This included the introduction of questions about weather systems and forecasting in 1947, fieldwork in 1967 and environmental damage and pollution in 1977.
It was not until the 1997 paper, the first GCSE paper in the study, that there was any real change to the structure of the paper. The focus now became mainly on human geography and candidates were required to look in more depth at a particular issue, often considering the impact of humans on physical geographical features, or the impact of physical features on humans. The 1997 and 2007 papers also had a larger proportion of questions on economic or environmental topics, such as greenhouse gases and climate change in 2007. There were far fewer questions about purely physical geography." Cambridge Assessment Press Release
Picado de Living Geography, com o agradecimento ao Alan Parkinson pela possibilidade de divulgar algumas das suas novidades.
3 de dezembro de 2008
Simulação de um Boletim Meteorológico na TV
Instruções para utilização: Arrastar os símbolos da meteorologia que se encontram em cima à esquerda. Alterar os nomes dos lugares / cidades e os valores de temperatura, se necessário.Ideal para fazer uma simulação de um Boletim Meteorológico televisivo. Filmado com uma câmara fotográfica e feita a montagem com o Movie Maker, por exemplo. Os alunos imaginam o estado do tempo na Europa a partir da carta de superfície, construindo o mapa com símbolos para o dia, bem como a previsão para o dia de amanhã.
O trabalho também poderá ser feito a partir de uma descrição fornecida pelo professor, sendo os alunos responsáveis por construir um mapa que corresponda à descrição feita.
2 de dezembro de 2008
Projecto Urban Earth
No vídeo acima, cerca de 5000 fotografias foram tiradas durante o percurso pedestre de dois dias através da cidade de Mumbai (ex-Bombaim), na Índia.
Não fosse a velocidade a que as imagens se desenham, seria um recurso (mais) interessante para as aulas de Geografia, designadamente para o tema das Áreas Urbanas. Tentar descrever os diferentes espaços que fazem parte da cidade ou comparar cidades de diferentes continentes, poderá ser uma hipótese de trabalho.
No site do Urban Earth há imagens bastante interessantes de outras cidades, tais como Londres, México ou Guadalajara.
Tráfego aéreo mundial em vídeo

Observem este espantoso vídeo existente no blogue GIZMODO, com a monitorização de todo o tráfego aéreo comercial do mundo num período de 24 horas. Observa-se a variação do tráfego em função da hora local em cada continente. Parece que o hemisfério Sul ainda não sabe o que é tráfego aéreo pesado, mas, em contrapartida, os EUA parecem um vespeiro durante o dia, sendo que a Europa não lhe fica atrás.
Exercícios para a aula - Relevo litoral
Como a largura de banda na Escola E.B. 2,3 Dr. João das Regras (e pelo que sei por todo o país) ainda não é suficiente para que os 14 computadores portáteis tenham um acesso satisfatório e expedito à plataforma Moodle onde está alojada a disciplina "e-geografia", aqui fica o link para fazer o download dos ficheiros de trabalho para os computadores portáteis.
1 de dezembro de 2008
WebSIG sobre a Saúde em Portugal
A Alta Comissária da Saúde, Prof.ª Doutora Maria do Céu Machado, apresentou no dia 21 de Novembro, durante o evento “Portugal Tecnológico”, uma plataforma web assente num sistema de informação geográfica, que disponibiliza os Indicadores e Metas do Plano Nacional de Saúde (PNS) sob a forma de mapas e tabelas.A aplicação, designada WebSIG – Mapas Interactivos, permite monitorizar os ganhos em saúde no tempo e no espaço geográfico, contribuindo para uma visão integrada da saúde.
O sistema, criado pelo Alto Comissariado da Saúde, pretende difundir informação útil a diferentes actores, tais como políticos, gestores, prestadores, sociedade civil e cidadãos, agregando numa base de dados única informação proveniente de diferentes fontes (Instituto Nacional de Estatística, Administrações Regionais de Saúde, Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Infarmed e Direcção-Geral da Saúde).
A aplicação georeferenciada possibilita realizar análises espaciais e temporais fundamentais na avaliação e explicação de padrões e tendências na utilização de serviços de saúde ou de resultados em saúde, constituindo ainda um instrumento útil para o planeamento estratégicos e apoio à decisão na área da Saúde.
Os indicadores disponíveis na aplicação podem ser desagregados a diferentes níveis geográficos (por concelho e região) e temporais, bem como por género, e comparados a nível Europeu.
O software apresenta uma arquitectura baseada em tecnologias open-source e cumpre as normas de interoperabilidade. A versão de testes já se encontra disponível no microsite dos Indicadores e Metas do PNS.
















