20 de dezembro de 2008

O ensino da Geografia nos EUA


Christina Salas
10 December 2008

In the wake of the recent presidential election, an increased level of interest has surfaced in this country over foreign issues. While domestic economic issues arguably dominated the political scene, both candidates were repeatedly asked questions about Iraq, Afghanistan, Pakistan, North Korea and all of the other so-called rogue nations. If this increased volume of interest in international news inspired even one person to look at a map or dust off their globe or open up to Google Earth for some geographic exploring then I say "bravo" to the news media and all of those people on the campaign trail.

The education system in this country has never done a satisfactory job in pushing geographic knowledge. Just as U.S. students are losing ground in the international education rankings, so too is geography falling completely off the map in secondary education. In an era where most children have seen the top of their own home on Google Earth and wouldn't dream of going someplace new without a printed out set of turn-by-turn directions from MapQuest, the knowledge of how these technologies developed and what they could be used for is noticeably absent in the education system.

The true power of geographic education lies beyond the pure collection of facts like what is the capital of this and where is the longest that. While geography does encompass all of these things, it goes beyond the memorization of facts by using them to understand why the world works the way it does, from why this mountain is here to why this economic industry is suffering there.

The true genius in the study of geography is that it allows the student to gain a more well-rounded view of the world beyond such one-dimensional subjects like economics or sociology. Geography views not just the importance in all subjects, but the importance in combining them together to look at a place or a person or a government or an economy through a wider set lens. Through this multi-disciplinary lens, a true student of geography is able to piece facts together from across all subjects to create a greater, more enhanced view of the world.

Many contemporary authors have popularized the study of globalization and the notion that the world is becoming a smaller, more interconnected place through the internet, the mass spread of information and the onset of international travel among others. But what good can come of a more interconnected world if those people who are becoming more connected have no knowledge, political, economic, social or otherwise of the places and the people with which they are connecting to? And while I'm sure high-school age students could discuss the basic facts concerned with the Iraq war, how many could point Iraq out on a map, could explain how religious tensions have played a central part in the breakdown Iraqi domestic politics or why many believe Iran to be a more imminent threat than Iraq to begin with?

Most American high school students do not see too far past their own front door and public education has systematically created generation after generation of children that find complete complacency with our lack of geographic knowledge.

Well-planned geography classes with interesting and challenging curriculum coupled with prepared teachers could help solve this monumental problem. While many do not view this as a monumental problem, I feel that the effects of geographic ignorance will completely come to light when this generation leaves the safe and secure walls of academia and set forth into the work force.

Christina Salas is a recent graduate from the University of Miami with a Master's degree in geography. Her graduate studies focused on petroleum geopolitics and regionalism in South America.

About.com: Geography

Alimentação e sustentabilidade no Japão



Um outro vídeo, que descobri no information aesthetics, produzido pelo Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas do Japão, acerca da sustentabilidade da produção alimentar no país do Sol Nascente.


Energia Nuclear



Uma interessante infografia animada sobre os princípios da produção de energia nuclear.


19 de dezembro de 2008

Um mundo perigoso?

20 lugares perigosos no Mundo

O jornal Telegraph publicou uma fotoreportagem sobre 20 dos lugares mais perigosos do Mundo. Descubra-os aqui e pense numa boa proposta de trabalho para utilizar este recurso nas aulas.

Uma actividade mais simples será complementar este conjunto de imagens com a produção de um mapa, localizando os 20 lugares mais perigosos do mundo. Não é necessário um software específico e tudo pode ser feito de forma bastante simples com o recurso ao Map Maker. Um recurso bastante simples de utilizar. Mas mesmo bastante simples de fazer um mapa em poucos minutos.


No final, o mapa produzido pode ser enviado para a plataforma Moodle da escola ou para o blogue Posterous, de que aqui já falei há pouco tempo, bem como as respostas às perguntas lançadas: qual a localização dos lugares mais perigosos? quais os continentes "mais perigosos"? o que há de comum a esses países? quais as razões pelas quais são considerados perigosos?




18 de dezembro de 2008

Ser professor em Portugal

Quase 75% dos professores trocavam de profissão se pudessem

Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa e 81 por cento admitem que, se pudessem, pediam a aposentação, mesmo com penalizações, segundo um inquérito a mais de mil docentes que será apresentado hoje. (Lusa/SOL)
Continuar a ler mais aqui.

Creio que este estado de espírito docente tem sobretudo a ver com a situação que actualmente se atravessa em termos de Educação: o mesmo inquérito feito há uns meses atrás daria, creio eu, números bastante diferentes. Pessoalmente, e apesar da grande insatisfação acerca desta política educativa que tem sido seguida e de todas as vicissitudes da profissão, ainda continuo a gostar de ser professor. E felizmente que os meus alunos percebem isso, depois da avaliação que fizeram às aulas de Geografia do 1º período. Ao menos isso dá-me algum consolo: saber que os meus alunos reconhecem o gosto que tenho em estar na sala de aula com eles. É certo que nem sempre o reconhecimento se faz da melhor maneira mas isso são aspectos para reflectirmos em conjunto. Eu e eles.

O futuro não se afigura melhor mas acredito que haverá algum responsável ministerial que se proponha a melhorar a situação, devolvendo às escolas a autonomia necessária para porem em prática aquilo que consideram mais útil para os seus alunos. Para tal será necessário que o Ministério da Educação (todos os que virão porque o actual já não existe) se dispam da tentação centralizadora e controleira que sempre têm e conheçam de facto o quotidiano de uma escola e de uma sala de aula. Só então teremos reais condições para progredir. Responsabilizando todos, e não apenas quem está na base da pirâmide e apenas se limita a cumprir as ordens e orientações dos sucessivos titulares da pasta educativa, que apenas se limitam a desfazer o que anteriores realizaram, mal ou bem. Sem ao menos avaliar essas realizações de forma séria.

Haja esperança, ao menos.

Rotação da Terra em tempo real

Seguindo este link, pode-se ver a Terra ao vivo via satélite, em tempo real, bastando clicar em F5 (actualizar). Sugiro que deixem o navegador aberto na imagem e clicar F5 a cada 5 minutos, para se observar o efeito da rotação da Terra. Pode clicar-se em qualquer lugar do globo, e esse será o ponto central de observação.

17 de dezembro de 2008

Planisfério do CO2

Planisfério do CO2

Creio que veio publicado na revista VISÃO. Data?

Estatísticas simples para alunos

Não, não vou divulgar nenhuns dados estatísticos. Apenas relembrar da existência do site ALEA - Acção Local Estatística Aplicada, um projecto muito interessante e útil na divulgação e na desmistificação da estatística para os jovens. Ora, uma das secções da ALEA é precisamente a divulgação de números interessantes relativamente aos concelhos portugueses, tais como os concelhos com maior densidade populacional em 1991 e em 2001, entre alguns outros.



Outra das grandes utilidades da ALEA é a aplicação que permite a obtenção de alguns dados estatísticos mais básicos por NUTE 1, NUTE 2, NUTE 3, concelho e freguesia, nem sempre fáceis de obter (consegue-se através do INE mas o acesso nem sempre é o mais fácil). Acede-se através do link O meio envolvente.


Para informações estatísticas sobre os países lusófonos, há uma secção própria que tem, na hora, dados essenciais.


Para conhecer a realidade comparada de Portugal e Espanha está disponível para download a publicação "Península Ibérica em Números 2007", que tem como objectivos, apresentar a situação de Portugal e Espanha relativamente a um conjunto de indicadores e, por outro, mostrar a posição que cada um dos dois países ocupa no contexto da União Europeia, relativamente a alguns indicadores em áreas temáticas tão diversas como a tecnologia e o mercado de trabalho, passando pela educação e pelos transportes.


"Salvem os ricos"



Em jeito de resposta ao Alan Parkinson, aqui vai "Salvem os ricos (Save the rich)", na versão portuguesa do Band Aid (Do they know is Christmas?), glosando com a crise financeira mundial / subprime.

16 de dezembro de 2008

Provas do aquecimento global

Chegado por email.

Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil

A pedido do Kenny O'Donnell do Odblog, e esperando servir outros visitantes, aqui fica o link para o download do Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, um software bastante útil pois permite vários tipos de consulta, de dezenas de indicadores sociais e económicos em diversos níveis geográficos (país, grandes regiões, Estados e municípios). As informações podem também ser visualizadas em tabelas, rankings, gráficos e mapas temáticos.

O Atlas permite ainda ao utilizador elaborar suas próprias tabelas e transformá-las em mapas, manipulando as configurações do mapa (número de classes, cores, método de criação de classes, etc) de acordo com as suas necessidades.

Mais informações sobre o Atlas, no PNUD Brasil, aqui.

Viagem de uma gota de água

A partir de uma ideia de Tony Cassidy, coloquei os meus alunos do 8º ano a escrever a estória da viagem de uma gota de água, desde as nuvens até ao mar. Em pares, com recurso aos computadores portáteis, forneci a cada grupo de alunos o modelo da apresentação para completarem na aula e enviarem para a disciplina "e-geografia" na plataforma Moodle da Escola.

Como prometido há umas semanas atrás, aqui estão dois dos muitos trabalhos das minhas 5 turmas do 8º ano, e os links para outros três exemplos recebidos.

View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: rios)

O balanço foi apenas satisfatório, não pelo entusiasmo dos alunos que foi muito, mas pelo facto de muitos alunos não terem sido capazes de inventar uma estória e ao mesmo tempo integrar os conteúdos da disciplina. Por isso a maior parte dos trabalhos, ainda que correspondesse ao solicitado na leitura das paisagens e dos elementos dos cursos de água, ficou longe de cumprir a outro objectivo. Algo que gostaria de ver melhorado no futuro.

View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: rios)

Outros exemplos de trabalhos podem ser vistos aqui, aqui e aqui. Uma estratégia a melhorar no futuro, alterando algumas imagens (a perspectiva nem sempre é a melhor). Confesso que o tempo disponível não permitiu mais.

15 de dezembro de 2008

Portugal em números

Pela informação que aparece em rodapé, este será um site credível, pois a ser verdade, os dados disponibilizados foram / são (?) obtidos a partir de "publicações oficiais do INE, OCDE, EUROSTAT, ESTADO PT. Todos os valores apresentados foram cuidadadosamente elaborados com base nas fontes referidas". Refiro-me ao "POR7UGAL - os melhores números que podemos ter", um site com estatísticas muito diversas e muito mas muito bem arrumadinhas para consulta, uma tarefa bastante facilitada se considerarmos utilizar o POR7UGAL nas aulas ou para trabalhos de grupo/pesquisa dos alunos.

Para além dos dados dinâmicos que nos vão surgindo nos diversos painéis temáticos, podemos aceder a uma gama de informações estatísticas com algum detalhe e interesse para fazer uma "radiografia" ao nosso país.


No painel de Economia, repare-se como, em plena crise, os lucros da banca evoluem de forma tão .... positiva.


No POR7UGAL encontramos também um painel de contadores mundiais para diversos temas. Uma sugestão de trabalho a propor aos alunos poderá ser, por exemplo, o registo do valor do número de nascimentos, em Portugal e no Mundo, a uma determinada hora, e um novo registo noutro dia, à mesma hora, para comparar os ritmos de crescimento, ou calcular projecções baseadas na evolução de vários dias. Será um exercício simples que apelará à interdisciplinaridade com Matemática.


Encontramos também em Links Globais um excelente directório de ligações para o instituto nacional de estatística de variadíssimos países, agrupados por continentes. Em alternativa, existe sempre o conhecido CIA WorldFactbook.


14 de dezembro de 2008

Trabalho "As minhas marcas"

Depois de andar muito tempo sem saber o que fazer ao cartoon enviado pela Emília Sande Lemos e já publicado aqui, resolvi finalmente solicitar aos alunos do 9º ano para fazerem o seu horário diário das marcas / produtos que utilizam. Tal implicava que os alunos reflectissem individualmente sobre toda a panóplia de produtos que diariamente consomem, bem como das marcas de que estão mais ou menos dependentes.

Todos seguiram o mesmo modelo à excepção da Joana Cabrita, do 9ºB, que me apresentou este trabalho muito bem concebido e que intitulou de "A corrida das marcas". Irrepreensível no conteúdo e graficamente delicioso. Dei nota máxima a este Trabalho. E por isso lhe quero dar aqui o merecido destaque.



Em breve colocarei aqui alguns dos trabalhos que recebi, os quais não conseguiram fugir ao modelo da proposta mas que nem por isso deixam de merecer destaque.

Da leitura de alguns trabalhos constatei que muitos dos alunos não se vestem, nem calçam de manhã, outros usam o telemóvel durante o dia inteiro e outros comem todos os dias no McDonalds (mesmo se o mais próximo da Lourinhã fica a 22 km!!). Bem sei que se tratou apenas de identificar a hora de almoço, mas não deixo de registar a associação feita (ou será antes o desejo?).

Questões sobre a avaliação

Un accidente costero
Miguel Ángel Santos Guerra
El Adarve

En la hermosa ciudad argentina de Mar del Plata impartí hace unas semanas una conferencia sobre evaluación educativa. Al terminar la sesión, una profesora se me acercó y me contó esta significativa y simpática anécdota. A su hijo (no sé de cuántos años) le pidieron en la clase que dibujase un accidente costero. El niño pintó una orilla de mar en la que se veía a dos personas, un adulto y un niño.

- ¿Qué accidente costero has pintado tú?, le preguntó el profesor, sorprendido por el dibujo.
- Un día que fuimos de excusión papá y yo a la orilla del mar. Y yo sufrí un accidente porque me caí y me hice daño en una pierna. Eso es un accidente costero.
Exacto. Un accidente costero.

La respuesta fue considerada errónea y fue calificada con un cero. Se trataba, sin embargo, de una respuesta lógica. Si el niño hubiera reproducido un gráfico visto en el libro de texto sin entender, por ejemplo, el concepto de cabo, es probable que hubiera tenido una valoración positiva.

La evaluación que hacemos en las aulas suele tener un acentuado componente memorístico. ¡Claro que es necesaria la memoria! No seré yo quien la condene. El ser humano está amasado de memoria. Pero, además de repetir, podemos comprender, pensar, analizar, comparar, opinar, crear. Si hiciéramos una relación de las tareas intelectuales que se pueden realizar en un aula, veríamos que la gama es amplia y diversa: memorizar (sin comprender), aprender algoritmos (es decir, los pasos), comprender, analizar, opinar, indagar, inventar…

Si le preguntamos a alguien de dónde a dónde van las tareas más potentes intelectualmente (todas ellas son importantes y necesarias, ya lo sé) es probable que nos diga que están clasificadas de menos a más. Pero si comprobamos qué tareas están más presentes en las evaluaciones, es probable que la clasificación esté invertida. De esta manera, con la forma de hacer evaluación estaríamos potenciando las tareas intelectualmente más pobres. No podemos olvidar que la evaluación condiciona todo el proceso de enseñanza aprendizaje. Porque los alumnos (y los padres y la sociedad) lo que demandan sobre todo no es el aprendizaje sino el aprobado.

Claro que cuando se piden respuestas de carácter repetitivo la corrección es más sencilla, más rápida y más segura. En caso de que haya reclamaciones, la justificación será mucho más contundente. "Lo tienes mal", y ya está. En caso de que los padres u otros agentes demanden explicaciones, la respuesta será muy simple: "Había que poner esto y ha puesto esto otro. O nada". El niño del accidente costero tiene que saber qué contenido semántico tiene esa expresión. Tiene que saber qué es un accidente costero. Pero ha razonado correctamente. Ha pensado por sí mismo, no se ha limitado a repetir de memoria una definición o un concepto que acaso no ha entendido.

Se han hecho investigaciones que demuestran que para que haya rigor en la corrección de ejercicios de ciencias harían falta, al menos, doce correctores. Se me dirá que la solución a un problema matemático tiene una sola interpretación correcta. No es así. Demos el mismo ejercicio a varios correctores.

- Uno califica con cero un ejercicio porque el alumno se olvidó de añadir kilogramos al número exacto de la respuesta.
- Otro, por ese olvido, sólo le resta unas décimas.
- Otro no dará por buena la solución porque no se alcanzó por el método explicado en el aula.
- Alguien tendrá muy en cuenta la expresión matemática.
- Hay quien dará mucho peso a la claridad de la letra o las faltas de ortografía.
Razones discutibles, pero lógicas. Hay otros factores que condicionan la calificación y que tienen poco que ver con la lógica (y menos con la ética)
- Perdió el equipo del que el profesor es un forofo empedernido.
- El evaluador tuvo una horrible discusión con pareja e inmediatamente se puso a corregir.
- El dolor de estómago que sufría mientras corregía los ejercicios era insoportable.
- Antes del ejercicio en cuestión había evaluado un trabajo sobresaliente.
- El alumno que ha hecho el ejercicio ha tenido un comportamiento inaceptable toda la semana.

En el caso de ejercicios de letras, para garantizar el rigor, harían falta más de cien correctores. El primer año que impartí docencia en Primaria, pedí a mis alumnos que contasen por escrito una historia. Uno de aquellos niños comenzó su redacción de la siguiente manera: "Aquella mañana el príncipe salió cabalgando en todas las direcciones". Me pareció una forma maravillosa de expresar una idea. Otro corrector podría haberle dicho que eso que había escrito era completamente imposible.

Dejo al margen una cadena de cuestiones más complejas e importantes: ¿Lo que se estudia es lo que más importa estudiar?, ¿se aprende con esos métodos?, ¿se sabe si se ha aprendido con esa forma de hacer evaluación?, ¿qué han aprendido por el hecho de haber intentado aprenderlo y evaluarlo de esa manera?…. No hay formas inequívocas de saber si se ha aprendido. Por eso debemos ser flexibles (no dogmáticos en la evaluación). Necesitamos saber lo que dicen y aquello que han querido decir. Necesitamos conocer qué es lo que realmente saben. Un accidente costero, efectivamente, puede ser una caída que un niño ha sufrido en la costa.:

En un interesante libro que acaba de publicar Philippe Perrenoud titulado "La evaluación de los alumnos", dice este destacado sociólogo suizo: "Cuando la evaluación se hace formativa, se transforma en una dimensión del acto de enseñar y de las situaciones didácticas. Es más fecundo pensarla en el marco de un enfoque global de los procesos de regulación de los aprendizajes y como componente de una situación y un dispositivo didácticos, más bien que como práctica evaluativa distinta". La evaluación de los alumnos ha de ser un camino que nos lleve a la mejora del proceso de enseñanza y aprendizaje.

Ainda será possível perdermo-nos?

The Lost Art of Getting Lost

September 18, 1994

Not long ago in the Adirondacks on the summit of Mount Marcy, New York's highest mountain, a wilderness ranger was taken aback when a hiker whipped out a cellular phone to call his office more than 300 miles away in Manhattan and report: "I'm not feeling well. I can't make it in to work today."

On the summit of Mount McKinley in Alaska, several years ago, Mark Fincher, a back-country ranger at Yosemite, saw a climber use a hand-held radio to place a phone call to Los Angeles. "It was the strangest thing I've ever confronted," Mr. Fincher said.

Less than a century ago, the naturalist John Muir wrote of riding an avalanche for miles into Yosemite Valley and later surviving on Mount Shasta one blizzardy November night by huddling next to one of the volcano's scalding steam fissures. Setting out with a blanket, some bags of food and a burro, he would wander the mountains for months on end, knowing that if he fell off a cliff or was eaten by a bear, well, that was part of the quest. High-Tech Hikers.

Muir was an important force in getting the Government to preserve bits and pieces of untamed land by establishing official wilderness areas. But high technology is rapidly ending the possibility of real solitude. Moreover, in the face of advanced mobile technologies, the very idea of wilderness, once one of the themes said to define the American spirit, is vanishing.

Wilderness is supposed to be a place where, compasses notwithstanding, there is always the possibility of getting lost, where one must pit one's wits against the elements to survive. Now the elements barely have a chance. A dazzling array of new technologies, including hand-held global positioning satellite receivers and computerized altimeters make it possible to know where you are within 300 feet. In many otherwise remote places, one can pick up a cellular telephone and call for directions. Soon fleets of communications satellites such as Motorola Corporation's Iridium system will permit one to make a telephone call -- or be beeped -- from anywhere on earth.

"A key reason the wilderness areas were set up was to provide solitude and an escape from technology," said Jay Watson, regional director for the Wilderness Society in California and Nevada. "It diminishes the value of wilderness to the human spirit if you're forever safe."

In the 1950's the sociologist David Riesman wrote in his book "The Lonely Crowd" that the death of community meant that one could be surrounded by people yet still be profoundly alone and isolated. Wireless communications technologies are turning his original vision inside out. With cellular phones and wireless E-mail, one can be physically alone yet still in the midst of a clamoring invisible crowd.

"The community has triumphed over the individual," said Michael Schrage, a research associate at the Sloan School of Management at the Massachusetts Institute of Technology and a technology columnist for The Los Angeles Times. "The idea of the frontier used to be a compelling American metaphor. Now it is irrelevant."

Some weekend mountaineers now seem to consider it an inalienable right to be rescued when they find themselves trapped in some mountain col. Search and rescue teams around the country say they are receiving calls for help on increasingly ubiquitous cellular telephones and walkie-talkies, even from hikers who have momentarily lost their way in the fog.

In Yosemite National Park there have already been a number of cellular telephone rescues. A woman hiking above the rim of the Yosemite Valley lost the trail near dark this summer and called the park search and rescue service. She seemed to be in a panic, and after failing to get her to describe her location, John Dill, a search and rescue officer, sent a helicopter to look for her. He said he was worried that she might walk the wrong direction and fall off a cliff. By listening for the helicopter and telling Mr. Dill in which direction it seemed to be flying, the woman was able to lead the rescuers to her.

12 de dezembro de 2008

Um blogue por e-mail

Quando pensei no Geofactualidades, tive intenção de criar um espaço onde pudesse colocar recursos de apoio às aulas de Geografia, tais como sites sobre temas específicos para a disciplina. Porém, com o passar do tempo, tenho colocado aqui outros recursos que se me afiguram como interessantes para qualquer professor, principalmente por proporcionarem a integração das TIC na sala de aula.

Descoberto hoje mesmo, o Posterous é um desses recursos que podem ser de grande utilidade para as aulas de Geografia, mas não só. Posterous é um site que permite a criação e a "alimentação" de um blogue através de email. Bem sei que o Blogger também permite a publicação imediata de posts enviados por email mas ainda não consegui que fizesse para ficheiros em formato pdf ou vídeo, por exemplo. No Posterous essa é uma possibilidade real e de uma simplicidade enorme.


O Posterous é a ferramenta ideal para que os alunos / turmas publiquem os seus trabalhos individuais. Basta o professor criar a conta no Posterous e divulgar aos alunos o endereço de email para que façam os seus envios. Poderá nem ser necessário fazer registo, tornando o processo ainda mais simples. No caso de apresentações em MS Powerpoint, o Posterous converte-os de imediato para que possam ser lidos no próprio site, sem haver necessidade de descarregar o ficheiro para o computador.

Os animais salvam o planeta


Uma série de animações (muito muito curtas) sobre o ambiente.

11 de dezembro de 2008

Maquete sobre rede hidrográfica

Já desde o ano lectivo passado que sabíamos, os professores do Iuri, que este tinha um grande gosto pela construção de maquetes. O tema não podia ser mais a propósito - Rede hidrográfica. E lá sugeri ao Iuri Martins, da turma B do 8º ano, da Escola E.B. Dr. João das Regras, para fazer uma maquete à sua maneira. E este foi o resultado final: uma caixa formada com painéis de poliuretano (?) e uma enorme massa de argila moldada para formar um vale com vários cursos de água a confluírem no rio principal, um pouco à semelhança do trabalho realizado numa das aulas e que futuramente divulgarei.

10 de dezembro de 2008

How do "Yudu"?

O Yudu.com é um serviço que ajuda a criar um livro ou uma revista online, de forma bastante fácil e rápida. Podemos fazer o upload de ficheiros pdf, áudio ou fotos para compor a publicação que deseja e o Yudu cria uma animação em flash que permite aos leitores folhear a revista e aceder ao seu conteúdo como se uma revista verdadeira se tratasse.

O trabalho final apresenta uma interface de leitura que permite ir virando as páginas, com a funcionalidade de poder recomendar a leitura a outras pessoas pelo email.

Uma ferramenta interessante para os alunos elaborarem e enviarem os seus trabalhos escritos, por exemplo, ou para o professor compilar vários relatórios de alunos ou outros recursos escritos.

Veja em baixo um exemplo de uma publicação possível com o Yudu.

Desenvolvimento Sustentável

Jogo do Comércio Internacional - O Melhor Relatório de 2008/09

Wordle feito a partir do relatório sobre o Jogo do Comércio Internacional, elaborado pelo grupo do 9º ano, da turma B, composto pela Carla Neto, Emanuel Santos, Adriana Gonçalves e Kevin Vitória. O relatório elaborado por este grupo destacou-se entre os demais das minhas três turmas do 9º ano e pode ser descarregado aqui.

6 de dezembro de 2008

(bio)DaVersity Code

(bio)DaVersity Code trata-se de uma curta animação falada em inglês e é uma rábula ao Código da Vinci, tendo por base a biodiversidade e os efeitos da acção humana sobre os ecossistemas, sendo protagonizado por Robert Pinguin (Langdon) e Sophie Minow (Neveau).

Clicando em Learn More entramos numa outra página de grande interesse acerca dos grandes "santuários" da biodiversidade em todo o Mundo.

Desde a Amazónia até à Grande Barreira de Coral, passando pelos mangais da Ásia, podemos ver uma sequência de imagens sobre cada um destes ecossistemas, com uma narração em fundo, seguido de um conjunto de vários painéis com informações diversas sobre a área / ecossistema escolhido.
Nota: A única possibilidade de capturar as imagens é através da tecla PrintScreen e colagem no processador de texto ou num editor de imagens.

Design criativo e informação






Este blogue explora de uma forma sublime a relação de simbiose entre o design criativo e a visualização da informação, através da recolha de projectos da Internet que conjuguem o design com uma forma original de visualizar a informação. Simplesmente fa-bu-lo-so.


5 de dezembro de 2008

Nova publicação sobre desenvolvimento sustentável

Actualmente vemos a expressão “desenvolvimento sustentável” por todo o lado, mas o que significa exactamente esta expressão? De que forma a produção e o consumo influenciam a sustentabilidade? A globalização da economia está a ajudar ou a retardar o desenvolvimento sustentável? Podemos medir a sustentabilidade utilizando as ferramentas tradicionais da análise económica? O que podem fazer os governos, empresas e cidadãos para promoverem o desenvolvimento sustentável?

Este livro da série Essenciais OCDE formula as perguntas e apresenta as ideias, temas e tendências que modelam o nosso pensamento sobre a sustentabilidade. Defende que apesar de o conceito ser frequentemente visto como essencialmente ambiental, a sustentabilidade versa, de facto, sobre a utilização do desenvolvimento económico para a promoção de uma sociedade mais justa respeitando os ecossistemas e os recursos naturais.

Acabado de ser publicado no passado dia 2 de Dezembro pela OCDE, este e-book sobre as ligações entre economia, sociedade e ambiente pode ser descarregado daqui.

Os exames de Geografia noutros países

GEOGRAPHY EXAMS GO FROM PHYSICAL TO HUMAN

"Geography exam papers have seen more changes in the past 10 years than in the previous 100, with the emphasis now very much on the impact of human activity on the world. That’s the finding of research looking at geography papers for 16 year olds from 1867 to 2007 by Cambridge Assessment, which is this year celebrating its 150th anniversary.

The research looked at papers every tenth year from 1867 through to 2007. For the first 100 years papers concentrated on map skills, physical geography (natural features of the world as it is, including rock formations, plants and animals, climate and natural resources) and human geography (human activity, including agriculture, industry, and urban development) relating to different areas of the world, usually the British Isles or UK, Europe and North America.

Asia was included in 1937 and Tropical Africa in 1977. In 1927 there was one paper split into three sections whilst from 1937 to 1987 there were two papers, with little change in the structure of either paper throughout this period. Throughout, there was at least one question in each section on map skills or analysis of data.

While there was little change in the aims and purposes of studying geography over this time, there were changes based on developments in knowledge and teaching methods. This included the introduction of questions about weather systems and forecasting in 1947, fieldwork in 1967 and environmental damage and pollution in 1977.

It was not until the 1997 paper, the first GCSE paper in the study, that there was any real change to the structure of the paper. The focus now became mainly on human geography and candidates were required to look in more depth at a particular issue, often considering the impact of humans on physical geographical features, or the impact of physical features on humans. The 1997 and 2007 papers also had a larger proportion of questions on economic or environmental topics, such as greenhouse gases and climate change in 2007. There were far fewer questions about purely physical geography." Cambridge Assessment Press Release


Picado de Living Geography, com o agradecimento ao Alan Parkinson pela possibilidade de divulgar algumas das suas novidades.

3 de dezembro de 2008

A Terra respira?



Claro que sim. E metade do oxigénio que respiramos vem dos oceanos.

Simulação de um Boletim Meteorológico na TV

Weather Studio é um website interactivo destinado a ser projectado nos quadros interactivos. Através deste recurso, os alunos poderão fazer previsões realistas para o estado do tempo na Europa Ocidental. Existem links para cartas sinópticas e para a imagem infravermelha de satélite, as quais podem ser utilizadas como suporte às previsões.

Instruções para utilização: Arrastar os símbolos da meteorologia que se encontram em cima à esquerda. Alterar os nomes dos lugares / cidades e os valores de temperatura, se necessário.
Utilizar os links no mapa para abrir a imagem de satélite e a carta sinóptica.

Ideal para fazer uma simulação de um Boletim Meteorológico televisivo. Filmado com uma câmara fotográfica e feita a montagem com o Movie Maker, por exemplo. Os alunos imaginam o estado do tempo na Europa a partir da carta de superfície, construindo o mapa com símbolos para o dia, bem como a previsão para o dia de amanhã.

O trabalho também poderá ser feito a partir de uma descrição fornecida pelo professor, sendo os alunos responsáveis por construir um mapa que corresponda à descrição feita.

2 de dezembro de 2008

Projecto Urban Earth



Urban Earth é um projecto que representa o habitat urbano através de fotografias captadas em trajectos pedestres em algumas das maiores metrópoles do Mundo. O objectivo é mostrar as cidades como elas são e não como nos são apresentadas, de forma distorcida, pelos media.

No vídeo acima, cerca de 5000 fotografias foram tiradas durante o percurso pedestre de dois dias através da cidade de Mumbai (ex-Bombaim), na Índia.

Não fosse a velocidade a que as imagens se desenham, seria um recurso (mais) interessante para as aulas de Geografia, designadamente para o tema das Áreas Urbanas. Tentar descrever os diferentes espaços que fazem parte da cidade ou comparar cidades de diferentes continentes, poderá ser uma hipótese de trabalho.

No site do Urban Earth há imagens bastante interessantes de outras cidades, tais como Londres, México ou Guadalajara.

Tráfego aéreo mundial em vídeo

Observem este espantoso vídeo existente no blogue GIZMODO, com a monitorização de todo o tráfego aéreo comercial do mundo num período de 24 horas. Observa-se a variação do tráfego em função da hora local em cada continente. Parece que o hemisfério Sul ainda não sabe o que é tráfego aéreo pesado, mas, em contrapartida, os EUA parecem um vespeiro durante o dia, sendo que a Europa não lhe fica atrás.

Exercícios para a aula - Relevo litoral

Na aula de hoje, ainda sobre o Litoral, os alunos do 8º ano irão realizar vários exercícios acerca das aulas anteriores sobre o relevo e a erosão do litoral.

Como a largura de banda na Escola E.B. 2,3 Dr. João das Regras (e pelo que sei por todo o país) ainda não é suficiente para que os 14 computadores portáteis tenham um acesso satisfatório e expedito à plataforma Moodle onde está alojada a disciplina "e-geografia", aqui fica o link para fazer o download dos ficheiros de trabalho para os computadores portáteis.

Clicar aqui para fazer o download dos ficheiros e gravar a parta zipada no computador de trabalho.

1 de dezembro de 2008

WebSIG sobre a Saúde em Portugal

A Alta Comissária da Saúde, Prof.ª Doutora Maria do Céu Machado, apresentou no dia 21 de Novembro, durante o evento “Portugal Tecnológico”, uma plataforma web assente num sistema de informação geográfica, que disponibiliza os Indicadores e Metas do Plano Nacional de Saúde (PNS) sob a forma de mapas e tabelas.

A aplicação, designada WebSIG – Mapas Interactivos, permite monitorizar os ganhos em saúde no tempo e no espaço geográfico, contribuindo para uma visão integrada da saúde.

O sistema, criado pelo Alto Comissariado da Saúde, pretende difundir informação útil a diferentes actores, tais como políticos, gestores, prestadores, sociedade civil e cidadãos, agregando numa base de dados única informação proveniente de diferentes fontes (Instituto Nacional de Estatística, Administrações Regionais de Saúde, Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Infarmed e Direcção-Geral da Saúde).

A aplicação georeferenciada possibilita realizar análises espaciais e temporais fundamentais na avaliação e explicação de padrões e tendências na utilização de serviços de saúde ou de resultados em saúde, constituindo ainda um instrumento útil para o planeamento estratégicos e apoio à decisão na área da Saúde.

Os indicadores disponíveis na aplicação podem ser desagregados a diferentes níveis geográficos (por concelho e região) e temporais, bem como por género, e comparados a nível Europeu.

O software apresenta uma arquitectura baseada em tecnologias open-source e cumpre as normas de interoperabilidade. A versão de testes já se encontra disponível no microsite dos Indicadores e Metas do PNS.

28 de novembro de 2008

Vídeo “A Água é um Mundo Fantástico”


"A Água é um Mundo Fantástico”, é este o título do filme de animação da Águas do Oeste apresentado pela empresa criadora no CineEco 2008, o XIV Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela, onde obteve críticas muito positivas.

O filme descreve detalhadamente o ciclo urbano da água, e tem como objectivo ensinar ao público infantil todo o percurso urbano da água, desde que é captada, passando pelo seu tratamento, consumo doméstico e posterior tratamento para ser novamente devolvida à Natureza.

A mascote da Educação Ambiental da Águas do Oeste, o Gotinhas, vive uma grande aventura onde conhece novos amigos e no fim da qual está pronto a regressar à Natureza.

O filme, que é já um verdadeiro sucesso, está a ser apresentado nas escolas do Oeste que solicitam Acções de Educação Ambiental à Empresa, e foi apresentado publicamente no passado mês de Junho no âmbito dos Dias da Criança e do Ambiente.”


Fonte: Águas do Oeste.

23 de novembro de 2008

Património da Humanidade em sons e imagens

O Canon Global Site iniciou recentemente um excelente guia ilustrado dos lugares que são património mundial, através do Cycle Sphere. Começando pelo Parque Nacional de Shiretoko, pela ilha de Yakushima e pela floresta de Shirakami, todos no Japão. São belíssimas fotos acompanhadas por pequenas descrições e complementadas por sons da natureza que nos transportam para aqueles cenários idílicos.

20 de novembro de 2008

14 de novembro de 2008

Audiotestes no Moodle?



Vocaroo é um recurso bastante simples de utilizar e que adiciona uma funcionalidade diferente, por exemplo, a uma plataforma Moodle ou a um blogue educativo. Bem combinado, com outros recursos de uma plataforma Moodle, permite realizar audiotestes, em qualquer disciplina, mas bastante útil nas línguas estrangeiras (listening comprehension).

O processo é simples, bastante simples:
1º Entrar no Vocaroo.
2º "Click to record" para iniciar a gravação. Não esquecer de utilizar microfone. :-)
3º "Click to stop" para parar a gravação.
4º "Listen" para ouvir a gravação.
5º Clicar em "Post to internet" para obter o código HTML e o link para a gravação. Copiar para a página web da plataforma Moodle, por exemplo.
6º Para ouvir, clicar no ícone do Vocaroo que aparece na página.

Podemos associar esta funcionalidade a um Trabalho com texto online no Moodle para que os alunos respondam às questões formuladas. E, claro, podemos fazer todas as questões em sucessivos links para o Vocaroo e colá-los na página web do Moddle para serem respondidos sucessivamente.

Clicar no ícone em cima para ouvir uma demonstração.

11 de novembro de 2008

Questionar o mundo na sala de aula

E que tal lançar um inquérito sobre um tema em estudo nas aulas para ser respondido por centenas ou milhares de pessoas em todo o Mundo? Difícil? Nem por isso. Com Ask500People é bastante simples e muito rápido, com respostas (quase) imediatas e com a possibilidade de visualiza-las num mapa.

Em Ask500People, podemos responder às questões que nos são colocadas mas a potencialidade didáctica deste site é a possibilidade de se fazer uma pergunta e esperar as respostas. Depois sempre poderemos dizer que inquirimos pessoas em todo o Mundo.

Desde que os alunos tenham um domínio razoável da lingua inglesa, poderão ser eles próprios a fazer as questões (em inglês, claro). Mas tudo com grande simplicidade.

Clicar aqui para ver um exemplo de uma questão por mim colocada e sujeita a votação.

9 de novembro de 2008

Gigantesco exercício de emergência


Dia 13 de Novembro, na Califórnia, será realizado um gigantesco exercício de preparação para um sismo de magnitude 7,8 ao longo da Falha de Santo André, o Big One, o sismo há muito esperado (mas não desejado, claro está!) naquela região norte-americana.

Para este gisgantesco exercício de preparação foram mobilizados recursos nunca vistos para uma acção de antecipação de uma tal catástrofe natural. Mais informações e recursos em The Great Shake Out.

7 de novembro de 2008

Vídeos temáticos sobre migrações e refugiados

À parte da fotografia da Angelina Jolie, neste canal de vídeos do YouTube, da responsabilidade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, podemos encontrar alguns documentários de curta duração com interesse para as aulas de Geografia.

4 de novembro de 2008

Tetris + Geografia = Statetris

STATETRIS é o nome deste jogo online, que mistura o prazer do popular jogo Tetris com a Geografia. Em vez de encaixar os blocos do Tetris uns nos outros, no Statetris o jogador tem que posicionar os países / estados na sua localização exacta. Joga-se com as teclas das setas para mover e rodar os países. Para viciados no velhinho Tetris, aqui está uma alternativa com algum interesse geográfico e educativo.

Solos, solos, solos

Soil-Net.com é um recurso interactivo destinado a alunos e professores, que fornece uma grande variedade de informações e actividades sobre o solo enquanto recurso. Em inglês.

1 de novembro de 2008

Aprendizagens pelo jogo

Ambientes virtuais de aprendizagem

The idea of making EU schools a safe and controlled experiential ‘playground for life’ where pupils acquire the knowledge and skills required to enable them to participate fully in the workplace and in society is having to overcome major barriers, such as the current isolation of schools from the community-at-large and a lack of motivation in pupils.

This isolation between schools and other sectors of society is evidenced by a lack of correspondence between formal learning environments inside of school and informal learning environments outside of school, a lack of connection and smooth transition between school and work, and a lack of educational opportunities and resources that allow pupils to investigate and learn in real settings. Other symptoms of the isolated school are the lack of, and consequently the need for, better development of pupils’ social abilities and overall attitudes and values, such as their understanding of, and openness to, cultural diversity.Independent of cultural and socio-economic factors, the complexity of the problem is further compounded by the lack of motivation in pupils which is attributable, at least in part, to a failure to provide them with an engaging and meaningful contextual learning experience.

In today’s technological society, with widespread adoption of ICT in classrooms, ICT offers significant potential for bridging the contextual gap between school and community, essentially providing the school with a ‘window to the world’ and for introducing innovative techniques to make teaching and learning more effective and motivational.

Teachers are at the centre of successful classroom, and beyond, ICT integration. Lankshear and Snyder (2000) confirm the importance of the ‘teachers’s effect’ in ensuring full integration of ICT takes place to create technology-rich classrooms that change the nature of teaching and learning, and develop more independent and self motivating learners. They also stress the importance of the ICT competences and skills of the teachers themselves which, depending on their level of proficiency, can either act as a barrier to, or be a major enabler of, this integration and uptake.An assessment of emerging technologies that can promote school openness and enhance the learning experience emphasizes the opportunities afforded by Multi User Virtual Environments (MUVEs).

MUVEs are virtual worlds accessible via the Internet where humans interact (as avatars) with each other and with software agents in a cyberspace that uses the metaphor of the real world but without its physical limitations. Because of the lack of a preset structure and narrative, which gives the educator more freedom of movement than a strictly game-based scenario and the massive potential for cooperation and content creation, MUVEs are quickly gaining favour and credibility amongst educators.In order to capitalise on this technology, the educational benefits it can bring, and any associated market opportunities that could arise, the time-to-adoption window is within the next 24 to 36 months as foreseen by the Horizon 2007 report.

Virtual Worlds. Customized settings that mirror the real world—or diverge wildly from it—present the chance to collaborate, explore, role-play, and experience other situations in a safe but compelling way. These spaces offer opportunities for education that are almost limitless, bound only by our ability to imagine and create them. Campuses, businesses, and other organizations increasingly have a presence in the virtual world, and the trend is likely to take off in a way that will echo the rise of the web in the mid-1990s. (Horizon Report 2007)

MUVEs offer a wide range of possibilities for enhanced learning such as:

  • highly flexible engineering of learning spaces and user-content creation.
  • extended social and human-machine interactions between person to person, person to object and between objects.
  • the potential to develop virtual school and community based scenarios that mirror those that exist in the real world.
  • the possibility to implement non-traditional learning approaches and methodologies such as socio-constructivism and situated learning, experiential learning, learning by projects, learning by doing, game based learning, simulations and role playing
  • and the potential to use them as tools to engage learners, foster motivation and facilitate self-organisation of learning.

Research evidence shows that ICT, when underpinned by innovative teaching, can motivate and engage learners, address students’ lack of motivation, and improve progression. MUVEs are a promising playground for learning because through MUVEs one can overcome the limitations of geographical distance in the real world. The possibilities are limitless given that one can take advantage of these technologies to create collaborative learning environments.

MUVEnation