Fonte: Our World in Data
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1 de dezembro de 2017
29 de setembro de 2017
Mudanças no uso do solo
Clicar na imagem para iniciar animação da evolução do uso do solo na Europa entre 1900 e 2010. Aqui, pode aceder a uma aplicação interativa para visualizar a mesma informação ou para descarregar dados de referência para o tema.
5 de maio de 2014
Planeta urbano
"Área urbanizada do planeta triplicou em 14 anos"
"A superfície terrestre voltou a ser catalogada depois de um
levantamento feito em 2000. Catorze anos depois, a versão actualizada é a
mais detalhada de sempre sobre a forma como está distribuído o planeta.
Conclusão: a área com construção humana triplicou e ocupa agora 0,6% da
Terra, enquanto as zonas de cultivo e as cobertas por árvores
diminuíram.
A base de dados Global Land Cover SHARE, divulgada pela Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO) das
Nações Unidas, reuniu informação sobre toda a superfície terrestre
recolhida através de imagens por satélite e da harmonização de
definições e padrões internacionalmente aceites para a classificação da
superfície terrestre. Até aqui, este processo era complexo, já que eram
utilizados dados de países e organizações recolhidos através de
processos com diferentes critérios de selecção de informação.
“Pegámos
nas melhores bases de dados disponíveis nacional e internacionalmente,
criámos imagens de alta-resolução e juntámo-los numa base de dados
global com uma resolução de aproximadamente um quilómetro quadrado”,
explica o responsável pelo projecto na FAO, John Latham, ao site
de informação científica SciDev. Para garantir que os dados eram o mais
correctos possível, foram visitados mil locais aleatoriamente para
confirmar se se tratava de uma área de cultivo ou de uma zona de
pastagem, por exemplo.
Reunidos os dados, a equipa de Latham
classificou as zonas do planeta em 11 categorias — urbana, deserto,
corpos de água, vegetação herbácea, manguezais, neve e glaciares, áreas
arborizadas, cultivo, pastagens, vegetação escassa e áreas de vegetação
arbustiva.
Comparando os dados de 2000 com os recentemente
reunidos, o Global Land Cover SHARE concluiu que se, por um lado, as
zonas com construções feitas pelo homem ganharam terreno em 14 anos, as
áreas de cultivo diminuíram de 15,7% para 12,6%, e a superfície
terrestre coberta de árvores perdeu espaço, recuando de 29,4% para
27,7%. À excepção das zonas ocupadas por neve, glaciares e a Antártica
(2,7%) todas as outras zonas cresceram e apresentaram novas percentagens
no planeta: deserto (15,2%), vegetação herbácea, escassa e arbustiva e
pastagens (31,5%), corpos de água e manguezais (2,7%).
John Latham
considera que saber de que forma a superfície terrestre é preenchida é
“essencial para promover uma gestão sustentável dos recursos” do
planeta, nomeadamente a produção agrícola para alimentar uma população
em crescimento — actualmente mais de sete mil milhões —, mas também
garantir a protecção do ambiente.
Para o responsável do Global
Land Cover SHARE, este projecto é “uma ferramenta valiosa para avaliar a
sustentabilidade da agricultura e para suportar provas baseadas num
desenvolvimento rural sustentável e no uso da terra que contribua para
reduzir a pobreza, permitindo sistemas agrícolas e alimentares
inclusivos e eficientes e aumentar a resiliência dos meios de
subsistência”.
Quanto à questão ambiental, o projecto é
apresentado como um meio para compreender as alterações climáticas e o
seu impacto nos recursos naturais e na produção de alimentos.
Com a
diminuição das áreas de cultivo para 12,6% da superfície terrestre,
John Latham alerta que é necessário inverter o que poderá ser uma
tendência, dado o crescimento constante da população mundial. A FAO
estima que a produção de alimentos para dar resposta a este crescimento
terá que aumentar 60% até 2050."
Fonte: Público 5.5.2014
Descarregar aqui o relatório Global Land Cover SHARE
29 de maio de 2013
26 de janeiro de 2011
Urbanização
Um excelente vídeo, de curta duração (3m48s) sobre o crescimento urbano da cidade de Harlow (Reino Unido). Da série Britain from Above, uma produção da BBC.
5 de janeiro de 2011
Austrália inútil? Só o centro.
O sítio BigThink apresenta uma digitalização do mapa da Austrália, mostrando a sua geografia da capacidade do uso do solo.

"The dry heart of Australia [...] was a jigsaw of microclimates, of different minerals in the soil and different plants and animals. A man raised in one part of the desert would know its flora and fauna backwards. He knew which plant attracted game. He knew his water. He knew where there were tubers underground. In other world, by naming all the 'things' in his territory, he could always count on survival."

"The dry heart of Australia [...] was a jigsaw of microclimates, of different minerals in the soil and different plants and animals. A man raised in one part of the desert would know its flora and fauna backwards. He knew which plant attracted game. He knew his water. He knew where there were tubers underground. In other world, by naming all the 'things' in his territory, he could always count on survival."
3 de setembro de 2010
Mais um Atlas
Composto por quatro grandes categorias, o Atlas da Biosfera dispõe de valiosos e diversificado recursos cartográficos, para além de esquemas animados. Impactes humanos, Uso do solo, Ecossistemas e Recursos hídricos, são as categorias segundo as quais a cartografia está organizada.
3 de maio de 2010
21 de janeiro de 2009
Ainda se ensina o modelo de Von Thunen?

Von Thunen é o autor da teoria que aprendemos nos bancos da faculdade e que tinha como como pressupostos a uniformidade das condições naturais, uma única cidade ou mercado, tecnologia semelhante, os mesmos custos de produção, um só tipo de transporte e concorrência perfeita.
Von Thunen concluiu que a renda depende da distância ao mercado, ou seja, as terras mais próximas do centro consumidor têm maior renda em relação às mais distantes. A renda de localização, portanto, tem uma relação inversa à distância. Para Von Thunen, como os custos de transporte aumentavam com a distância, o afastamento do mercado determinava a selecção de culturas. Concluiu que os produtos se distribuíam de maneira regular, em anéis concêntricos em torno do mercado – Anéis de Von Thunen.
Os produtos perecíveis ou difíceis de serem transportados localizavam-se próximos do centro consumidor e nos demais anéis estariam a extracção de madeira, as culturas de cereais e a pecuária. As áreas mais distantes do mercado não teriam muitas culturas, pois, os custos de transporte seriam maiores.
Fui descobrir um software muito simples para demonstrar o modelo de Von Thunen, no Centro de Análise Espacial Avançada da Universal College de Londres. Fazer o download aqui. O ficheiro "zip" contém mapas que se podem colocar em fundo para decalcar as cidades e as vias de transporte, antes de aplicar o modelo.
E ainda fui descobrir outras "peças" de software úteis para futuras oficinas de formação sobre Mapas Digitais e Google Earth.
Von Thunen concluiu que a renda depende da distância ao mercado, ou seja, as terras mais próximas do centro consumidor têm maior renda em relação às mais distantes. A renda de localização, portanto, tem uma relação inversa à distância. Para Von Thunen, como os custos de transporte aumentavam com a distância, o afastamento do mercado determinava a selecção de culturas. Concluiu que os produtos se distribuíam de maneira regular, em anéis concêntricos em torno do mercado – Anéis de Von Thunen.
Os produtos perecíveis ou difíceis de serem transportados localizavam-se próximos do centro consumidor e nos demais anéis estariam a extracção de madeira, as culturas de cereais e a pecuária. As áreas mais distantes do mercado não teriam muitas culturas, pois, os custos de transporte seriam maiores.
Fui descobrir um software muito simples para demonstrar o modelo de Von Thunen, no Centro de Análise Espacial Avançada da Universal College de Londres. Fazer o download aqui. O ficheiro "zip" contém mapas que se podem colocar em fundo para decalcar as cidades e as vias de transporte, antes de aplicar o modelo.
E ainda fui descobrir outras "peças" de software úteis para futuras oficinas de formação sobre Mapas Digitais e Google Earth.
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