China's one-child policy will have a far-reaching impact on its society for years to come pic.twitter.com/7eoYpBEHdg— The Economist (@TheEconomist) 5 de outubro de 2018
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27 de novembro de 2018
Retorno na política demográfica chinesa
28 de agosto de 2018
22 de dezembro de 2017
27 de abril de 2017
25 de abril de 2017
11 de novembro de 2015
30 de outubro de 2014
6 de junho de 2014
6 de maio de 2014
28 de abril de 2014
23 de março de 2014
Inverno demográfico chega ao litoral
"A distribuição territorial dos serviços públicos encerrados veio
reforçar a ideia de que o declínio demográfico está a alastrar para
zonas mais perto do litoral, alertam especialistas ouvidos pela Lusa,
que pedem uma reflexão sobre "o modelo de país que queremos".
O
demógrafo Mário Leston Bandeira, do ISCTE - Instituto Universitário de
Lisboa, sublinha o facto de os dados resultantes do levantamento feito
pela Lusa confirmarem que "a engrenagem do declínio demográfico está a
alastrar para zonas mais perto do litoral".
"O declínio acontece
já não apenas no interior", onde se encontra a população mais
envelhecida e se caminha para "a destruição quase completa", mas "está a
alastrar para o litoral", mesmo nas zonas que tinham uma elevada
natalidade, disse à Lusa.
Também Jorge Malheiros, do Núcleo de
Estudos Urbanos, Migrações, Espaços e Sociedades do Instituto de
Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa, aponta
que a "deterioração da qualidade de vida", que tem vindo a acontecer
sobretudo no interior, chegou às zonas do litoral menos servidas de
transportes.
"O que era litoral está cada vez mais invadido por
comportamentos do interior. Está a alargar-se a mancha, que está quase a
chegar ao mar", reforçou Maria Filomena Mendes, presidente da
Associação Portuguesa de Demografia. Sublinhando que o declínio
demográfico, o envelhecimento da população e a desertificação dos
territórios é mais ou menos evidente desde o princípio dos anos 1980,
Mário Leston Bandeira lamentou que nada tenha sido feito para prevenir o
futuro. E a austeridade veio, no seu entender, agravar a situação e está a "matar a hipótese de haver recuperação".
"É
preciso acabar com a austeridade, criar empregos nas zonas deprimidas.
Se não há jovens a irem para essas zonas qual é o seu futuro?", disse,
realçando que o que está a acontecer é uma "falsa poupança".
"O capital mais importante são as pessoas. São elas a riqueza das Nações e não estamos a apostar nelas de todo", disse.Admitindo
ser possível melhorar a oferta e o modo como os serviços estão
dispersos pelo território, Jorge Malheiros questiona a ausência de uma
reflexão sobre o modelo de país e de Estado que se quer e a forma como
tem sido conduzido o processo, enfatizando que as mudanças com diálogo e
envolvimento das comunidades são mais demoradas mas resultam mais
equilibradas.
Para este especialista, é cada vez mais clara a
opção por um modelo de Estado mínimo, com a diminuição de serviços
públicos "acreditando que o mercado privado reintroduzirá um
reequilíbrio. Ele fará o seu trabalho, mas gera injustiças, nomeadamente
injustiça territorial", o que levará a um "declínio demográfico e ao
esvaziamento destes espaços". Constatando que os encerramentos
acontecem em todo o país, incluindo nos grandes centros como Lisboa,
onde por exemplo o número de serviços de saúde encerrados é mais
expressivo, Jorge Malheiros frisa que o impacto é contudo distinto no
interior, sobretudo nas regiões de território vasto e povoamentos
concentrados, obrigando as populações a grandes deslocações para
acederem a serviços básicos.
Maria Filomena Mendes alerta ainda
para o contributo do encerramento de serviços na perda de dinâmica de
regiões que ainda a têm. "Desenvolvimento gera desenvolvimento. Se
não existirem infra-estruturas que segurem e captem as pessoas elas vão
embora. É preciso dar essas condições, porque se não tivermos
residentes fica todo esse espaço de abandono e isso é trágico", disse à
Lusa.
Mais de 6.500 serviços públicos encerraram desde 2000,
sobretudo no norte e interior do país, e mais de 150 devem encerrar
proximamente, de acordo com um levantamento feito pela agência Lusa
junto de entidades oficiais locais." Lusa/SOL
22 de março de 2014
Imigração é a solução
"O demógrafo norte-americano Carl Haub considera que a imigração é a
melhor forma de combater a baixa natalidade nos países ocidentais,
Portugal incluído, mas a falta de empregos anula essa solução.
«Sem empregos não há imigração», disse à agência Lusa o especialista,
que se deslocou a Portugal pela primeira vez para participar no encontro
“Presente no futuro – Os Portugueses em 2030”, que decorre em Lisboa,
na sexta-feira e no sábado.A situação portuguesa é
idêntica à que se regista em quase toda a Europa e nos países
desenvolvidos da Ásia, como o Japão, a Coreia do Sul, Singapura ou
Taiwan. Em Portugal a taxa de fertilidade actual é de 1,3
filhos por mulher, num continente onde a média é de 1,9. A Letónia
apresenta o valor mais baixo (1,1), seguido da Hungria e da
Bósnia-Herzegovina (1,2), de acordo com a tabela referente a este ano da
instituição norte-americana Population Reference Bureau (PRB), onde
Carl Haub, 67 anos, produziu em 1980 a base de dados da população
mundial mais consultada, a World Population Data Sheet.
A
taxa europeia mais alta ocorre na Irlanda (2,1), único país que
apresenta o valor que os demógrafos consideram o mínimo para assegurar a
manutenção da população na geração seguinte. A Islândia, a França e o
Reino Unido são os países que se seguem, todos com uma taxa de dois
filhos por mulher.
Em termos de comparação, em África a
taxa média por mulher é de 4,7 filhos e o Níger detém mesmo recorde
mundial: 7,1, ainda segundo a tabela do PRB.
O
especialista diz que «não há uma causa específica» para a situação
registada no Ocidente, mas antes um conjunto de circunstâncias.
Entre elas o desemprego, que torna imprevisível o futuro dos jovens
e lhes faz adiar ou cancela definitivamente os planos para terem
filhos.
Depois há a resposta que se deve colocar nos
tempos actuais às novas gerações: «O que é importante na vida?». Na
Alemanha a maioria das respostas é «viajar», afirma Carl Haub.
Adianta que a população germânica tem sido das mais apoiadas pelo
estado, de modo a aumentar o número de filhos, mas mesmo assim não
ultrapassou este ano a taxa de 1,4, apenas uma décima acima de Portugal.
Também em França e na Suécia tem havido esse investimento, acrescenta.
Nos anos 1990, depois da queda do muro de Berlim, a
Rússia, então a braços com uma taxa de fecundidade de apenas 1,1,
decidiu pagar 9.000 dólares (quase 7.000 euros aos câmbios actuais) a
cada mulher que tivesse o segundo filho.
A taxa subiu e hoje no país cada mulher tem, em média, 1,6 filhos, o valor mais alto da Europa de Leste.
Contudo, e de um modo geral, «as coisas estão a mudar devagar»,
porque «os governos não estão a prestar atenção suficiente ao assunto»,
que exige «políticas de longo prazo».
Mesmo que a
tendência em Portugal se altere, como prevêem as projecções mais
optimistas dos demógrafos para 2030, e suba para os 2,0, a diminuição do
número de nascimentos vai continuar a diminuir porque manter-se-á a
descida do número de mulheres em idade de ter filhos.
Carl
Hub considera que a situação de austeridade e dificuldades económicas
que país vive irá «agravar ainda mais» a baixa natalidade.
Uma das soluções, defende, é adiar a idade da reforma e usar o dinheiro
que se poupa com isso no apoio às famílias para haver «mais gente
jovem». Lusa/SOL
29 de janeiro de 2014
China grisalha

Já foi publicado em 2012 mas este recurso interativo da BBC contém algumas informações relevantes para o envelhecimento da população, comparando o Reino Unido com a China. Aqui.
2 de janeiro de 2014
Recreios desertos
A taxa de natalidade nos países europeus cai bem abaixo da "taxa de substituição" - isto é, uma média de 2,1 crianças nascidas a cada mulher - mas o declínio da população vai primeiro ser sentida nos recreios das escolas. Este artigo do The New York Times ilustra este problema em Itália.
25 de outubro de 2013
Estado do mundo dos casamentos
Um artigo publicado na revista The Atlantic Cities, sobre a idade do casamento no mundo, num claro contraste entre o mundo desenvolvido e os países menos desenvolvidos.
29 de outubro de 2011
29 de março de 2011
Literacia e idade do casamento
Um bom gráfico para o tema da População, designadamente para o estudo dos factores que contribuem para as elevadas taxas de fertilidade nos países em desenvolvimento.
13 de março de 2011
8 de fevereiro de 2011
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