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10 de março de 2010

Convém não esquecer

... que a tomada de decisão é o processo pelo qual são escolhidas várias ou apenas uma entre diversas alternativas para as acções a serem realizadas.

Segundo Chiavenato (1997), as decisões são compostas por seis elementos:

1. Quem toma a decisão – pessoa que faz a selecção entre várias alternativas de actuação.
2. Objectivos – propósito ou finalidade que o tomador de decisão almeja alcançar com sua acção.
3. Preferências – critérios com juízo de valor do tomador de decisão que vai distinguir a escolha.
4. Estratégia – direcção ou caminho que o tomador de decisão sugere para melhor atingir os objectivos e que depende dos recursos que se dispõe.
5. Situação: aspectos ambientais dos quais vela-se o tomador de decisão, muitos dos quais fora do controle, conhecimento ou compreensão e que afectam a opção.
6. Resultado: é o que decorre ou resulta de uma dada estratégia definida or quem decide.

Chiavenato (1997) salienta a complexidade do processo de decisão e alega que este está sujeito às características individuais do decisor, à circunstância em que está envolvido e a maneira como compreende essa situação.

Entende que o processo de decisão desenvolve-se em sete etapas, a saber:

  • 1. Percepção da situação que abrange algum problema;
  • 2. Diagnóstico e definição do problema;
  • 3. Definição dos objectivos;
  • 4. Busca de alternativas de solução ou de cursos de acção;
  • 5. Escolha da alternativa mais apropriada ao alcance dos objectivos;
  • 6. Avaliação e comparação dessas alternativas;
  • 7. Implementação da alternativa escolhida.
Adaptado de Wikipédia.

14 de janeiro de 2009

Assim não vale




Deve haver escolas em que o desconforto devido ao frio deve ser um pouquinho bem pior do que esta, mas para o efeito serve: não deveria haver "necessidades básicas" por cumprir na era do Magalhães-de-Banda-Larga. Pois. É verdade que os Magalhães e a Banda larga estão longe de terem chegado a todas as escolas, mas como esperar que os alunos estejam disponíveis para aprender em espaços gelados?

Recordo-me bem de um dia de Janeiro dos idos de 1994, ao meio-dia, quando, na então Escola C+S de Freiria (Torres Vedras), eu dava aulas a uma turma do 7º ano numa sala pré-fabricada:
- à entrada da sala havia um buraco de 50 cm de profundidade e 50 cm de largura e em baixo passeavam ratos;
- os vidros de uma janela estavam partidos e as persianas não vedavam completamente o ar gélido que vinha da rua;
- um miúdo foi ao telhado (plano) da sala buscar uma bola e veio de lá com uma placa de gelo de cerca de 1 metro de comprimento.

Foi há já uns bons anos atrás mas, pergunto: e não haverá escolas em ainda piores condições hoje em dia? Tem a palavra Medina Carreira.