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17 de setembro de 2018

29 de setembro de 2017

Mudanças no uso do solo


Clicar na imagem para iniciar animação da evolução do uso do solo na Europa entre 1900 e 2010. Aqui, pode aceder a uma aplicação interativa para visualizar a mesma informação ou para descarregar dados de referência para o tema.

6 de fevereiro de 2016

A desflorestação da Amazónia antes da chegada dos europeus

"During the twentieth century, Amazonia was widely regarded as relatively pristine nature, little impacted by human history. This view remains popular despite mounting evidence of substantial human influence over millennial scales across the region. Here, we review the evidence of an anthropogenic Amazonia in response to claims of sparse populations across broad portions of the region"
(Clement, DenevanHeckenbergerJunqueiraNeves, Woods, 2015)

Ler o artigo completo, publicado pela The Royal Society, aqui.

5 de junho de 2014

Desflorestação e deslizamentos de terra

"In recent decades the state allowed logging — with restrictions — on the plateau above the Snohomish County hillside that collapsed in last weekend’s deadly mudslide."(Seattle Times)

Clique aqui para ver o mapa interativo do deslizamento.

FireShot Pro Screen Capture

1 de outubro de 2013

Conflitos entre recursos

"Óleo de palma, floresta e conflito em São Tomé"

 Um artigo publicado no jornal Público, sobre os conflitos ambientais e sociais gerados por uma plantação de palmeiras para extração de óleo de palma.

10 de dezembro de 2012

Diversidade de espécies na floresta tropical


            Diversity of Species in the Raintforest
           

                Learn about infographics software.
           

           
           
           
       

11 de julho de 2011

Poluição na Amazónia

Área do tamanho de 180 campos de futebol
devastada por químicos na Amazónia

Uma área do tamanho de 180 campos de futebol na floresta da Amazónia acaba de ser devastada por químicos tóxicos pulverizados por avião, uma nova forma mais silenciosa e grave de desmatação, revelaram as autoridades. Quatro toneladas de veneno, prestes a ser utilizadas, foram apreendidas noutro local.

Bastaram duas horas de helicóptero sobre a floresta da Amazónia para o Ibama (Instituto brasileiro do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis) descobrir, na segunda semana de Junho, uma área com milhares de árvores em pé, mas sem folhas e esbranquiçadas pela acção dos químicos, avança o jornal “A Folha de São Paulo”.

Esta desmatação química aconteceu no estado do Amazonas, a Sul do município de Canutama, perto da fronteira com o estado da Rondónia, entre o Parque Nacional de Mapinguari e a terra indígena Jacareúba/Katawixi, que ainda não foi demarcada.

Depois de o avião lançar os químicos tóxicos sobre a floresta, as árvores ficam esbranquiçadas, o solo e os lençóis freáticos contaminados e os animais e insectos acabam por morrer. No prazo de uma semana, todas as folhas das árvores caem e ficam apenas os troncos. As árvores com valor comercial são, então, derrubadas por madeireiros, explica o jornal. O terreno depois é limpo com queimadas, para criar pastos para o gado. O responsável pelo crime ambiental ainda não foi identificado.

O Ibama chegou à área destruída, de 178 hectares, depois de o sistema por satélite Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), ter revelado indícios do crime ambiental. "Fomos verificar e confirmámos a destruição”, contou Jerfferson Lobato, chefe da Divisão de Controle e Fiscalização do Ibama no estado do Amazonas, ao jornal.

Este não é caso único. Já em 2008, as autoridades descobriram uma área de cinco hectares destruída por herbicidas no estado da Rondónia, na região de São Francisco do Guaporé.

Apreendidas quatro toneladas de veneno escondidas na floresta

Em comunicado, o Ibama revela que apreendeu ainda cerca de quatro toneladas de herbicidas altamente tóxicos que seriam utilizados como desfolhante para destruir três mil hectares de floresta. “O herbicida estava armazenado em local inadequado, escondido no meio da mata e seria pulverizado na floresta com o uso de aeronave” disse Cícero Furtado, coordenador da operação.

Estes produtos são usados na agricultura para controlar as ervas daninhas mas precisam de licença para aquisição e a sua aplicação tem de ser acompanhada por um engenheiro agrónomo. “Se forem aplicados inadequadamente podem causar sérios danos ao ambiente, como a poluição de lençóis freáticos, perda de diversidade biológica de solos e morte de animais e insectos”, explica o Ibama.

O responsável já foi identificado e sofrerá as penalidades previstas na Lei de crimes ambientais, que prevê multa de 500 a dois milhões de reais (220 a 882 mil euros).

Jerfferson Lobato afirma que o uso de agrotóxicos acelera o desmatamento de florestas públicas. O fenómeno é recente, no entanto. O mais comum é devastar com motosserras, tractores e queimadas. Os infractores “mudaram de estratégia porque em pouco tempo conseguem destruir mais áreas com os agrotóxicos", afirmou Lobato.

Em Maio foram derrubados 268 quilómetros quadrados de floresta da Amazónia, um aumento de 2,5 vezes em relação ao mesmo mês do ano passado, revela o Inpe.

Fonte: Público

31 de maio de 2011

Desflorestação medida em campos de futebol

Fonte: UNEP
O mundo
perde 20 mil hectares de floresta por dia.
835 ha de floresta desaparecem a cada hora, o equivalente a 1.140 campos de futebol.

23 de maio de 2011

O crescimento das cidades

Solos europeus perdem anualmente para o betão e
asfalto superfície do tamanho de Berlim

Todos os anos, os solos europeus perdem para o betão e asfalto uma superfície correspondendo ao tamanho da cidade de Berlim, uma tendência que a Comissão Europeia considera “insustentável”.

A expansão das cidades e das estradas – que impermeabiliza os solos - “compromete o legado de solos férteis e de aquíferos subterrâneos a deixar às gerações vindouras”, alerta hoje a Comissão Europeia em comunicado. De 1990 a 2000 perderam-se por dia na União Europeia 275 hectares de solos, o que representa mil quilómetros quadrados por ano. Metade desses solos está definitivamente impermeabilizada por edifícios, estradas e parques de estacionamento.

Esta tendência baixou para 252 hectares por dia nos últimos anos, segundo um relatório da Comissão apresentado hoje. Ainda assim, a taxa de perda de solos continua a ser preocupante. Entre 2000 e 2006, o aumento médio das superfícies artificiais na União Europeia foi de três por cento, tendo atingido 14 por cento na Irlanda e em Chipre e 15 por cento em Espanha.

Em Portugal, os autores do relatório sublinham que a expansão urbana massiva aconteceu, sobretudo a partir de 1990. O documento salienta a rede de estradas, “entre as mais densas da Europa, com o maior número de quilómetro por habitante e área”. As áreas mais afectadas pela impermeabilização ficam no litoral e nas regiões de Lisboa, Setúbal e Porto. No Algarve, o documento lembra que 30 por cento das habitações são casas de férias.

O relatório recomenda uma intervenção a três níveis: redução da impermeabilização do solo através de um melhor ordenamento, atenuação dos efeitos da impermeabilização – como por exemplo através da construção de coberturas verdes - e compensação da perda de solos de qualidade por acções noutras áreas.

“Dependemos dos solos para alguns serviços ecossistémicos fundamentais, sem os quais a vida na Terra desapareceria. Não podemos continuar a perder solos pavimentando-os ou construindo sobre eles. Tal não significa parar o crescimento económico ou deixar de melhorar as nossas infra-estruturas, mas exige maior sustentabilidade”, disse o comissário europeu para o Ambiente, Janez Potočnik.

Os resultados deste relatório serão incorporados num documento técnico da Comissão no domínio da impermeabilização do solo, que está a ser elaborado com a colaboração de peritos nacionais. O documento facultará às autoridades nacionais, regionais e locais orientações sobre boas práticas de redução da impermeabilização do solo e de atenuação dos seus efeitos, prevendo se que esteja concluído no início de 2012.

“A impermeabilização dos solos provoca a perda irreversível das funções biológicas do solo. Como a água não se pode infiltrar nem evaporar, aumenta a escorrência, originando por vezes inundações catastróficas. A paisagem fragmenta se e os habitats tornam-se demasiado pequenos ou demasiado isolados para sustentar determinadas espécies. Além disso, o potencial de produção alimentar das terras é perdido para sempre”, explica a Comissão. Segundo as estimativas do Centro Comum de Investigação da Comissão, a impermeabilização dos solos acarreta a perda anual de 4 milhões de toneladas de trigo.