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5 de novembro de 2018

1 de setembro de 2018

Uma metrópole para o Atlântico


"Consciente do papel crescente que as cidades desempenham nas sociedades contemporâneas, a Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), através da Iniciativa Cidades, pretende estimular a criação de espaços de reflexão próprios, envolvendo os stakeholders mais relevantes para dinamizar a evolução futura das cidades portuguesas. A abordagem do tema Cidades foi definida desde o princípio como devendo ser centrada nas “regiões urbanas funcionais”1 , que não constituem unidades territoriais administrativas mas macrorregiões ou unidades geoeconómicas que englobam múltiplas cidades, variadas atividades e dinâmicas do mercado de trabalho e outras que as ligam entre si. Neste contexto, a FCG optou por começar esta Iniciativa pela análise das duas macrorregiões urbanas que mais podem contribuir para que Portugal se insira na globalização, de forma a assegurar um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo de todo o país: a Macrorregião do Noroeste e o Arco Metropolitano de Lisboa." Fundação Calouste Gulbenkian

Descarregar o documento aqui.

16 de janeiro de 2018

Cidades mais afetadas pelas alterações climáticas


Fonte: Washington Post

Um artigo do jornal Washington Post, aqui, sobre as cidades que mais serão afetadas pelas alterações climáticas.

5 de janeiro de 2018

Um planeta urbano


Fonte: Fundação Francisco Manuel dos Santos
Descarregar o ficheiro aqui.
"A cada semana, três milhões de pessoas em todo o mundo mudam-se para as cidades. As estimativas das Nações Unidas mostram a velocidade com que o globo se torna cada vez mais urbano. Neste momento, metade da população do planeta já vive em cidades. Em 2030 esse valor atingirá os 60%. As mega cidades com mais de 10 milhões de habitantes, o equivalente a toda a população portuguesa, vão continuar a crescer sobretudo na Ásia, China, em África ou na Índia. E na Europa envelhecida a urbanização também se acentuará. Portugal não escapa à tendência. No país, o interior murcha com a população a concentrar-se num litoral cada vez mais povoado. Calcula-se que em 2040, quase 80% dos portugueses viverão ao longo da faixa junto ao mar. Como será a vida nas nossas cidades? E que papel terão as cidades do interior? Como poderão manter habitantes e atrair pessoas mais jovens? Como criarão emprego e o que podem oferecer?" Fundação Francisco Manuel dos Santos

20 de novembro de 2017

As cidades inacabadas de Espanha


A crise económica e financeira que se instalou na Europa, fez-se sentir também desta forma em Espanha. Milhares de hectares de terrenos urbanizados por construir. Ler o artigo do Huffington Post, aqui.