27 de maio de 2012

Adivinhe a localização

A revista The Atlantic publica três testes para adivinhar a localização de uma vasta série de interessantíssimas imagens do Google Earth. Parte 1, Parte 2 e Parte 3.

Vale a pena o tempo gasto a visualizar as sequências de imagens de satélite.

22 de maio de 2012

Turismo e Desenvolvimento Local

51º GeoForum, 23 de maio de 2012, às 19:00

“GEOGRAFIA DO TURISMO E DESENVOLVIMENTO LOCAL”

Com:
Fernando João Moreira (Presidente da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril)

Local:
Edifício A, Sala 1.7, Universidade Lusófona
Av. do Campo Grande 380, Lisboa

Organização:
Departamento de Geografia da Univ. Lusófona
TERCUD - Centro de Estudos do Território Cultura e Desenvolvimento

Contacto:

Entrada Livre

Água - Estratégias para o século XXI


Mais infografias.


 




21 de maio de 2012

Cidades sem movimento


Times Square (New York)

Um conjunto de fotografias de cidades sem a habitual azáfama de pessoas e veículos automóveis, em Designboom.

Pequim

17 de maio de 2012

Expansão urbana ocupará área igual a de três países até 2030


"Estudo divulgado em Londres, diz que o planeta será obrigado a urbanizar uma nova área equivalente aos territórios da França, Alemanha e Espanha até 2030.O motivo é o crescimento descontrolado da população mundial, aliado a um processo migratório desordenado de pessoas para as zonas urbanas.
É como se nos próximos 18 anos, o mundo necessitasse desenvolver infraestrutura de transportes, energia elétrica, habitação, saneamento básico e outros serviços em uma porção de terra do tamanho do estado brasileiro do Amazonas.
Os dados reunidos por cientistas de diversas universidades foram apresentados na conferência "Planet under pressure" (planeta sob pressão, na tradução do inglês) que acontece na Inglaterra.
O grupo, juntamente com outros cientistas, pretende apresentar soluções para que sejam incluídas no documento final da Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável) que acontece em junho no Brasil.

De acordo com Michail Fragkias, da Universidade do Estado do Arizona, dos Estados Unidos, somente com uma mudança nos padrões de desenvolvimento nos países – agindo na parte ambiental, social e económica – é que se conseguirá eficiência e qualidade de vida nos grandes centros urbanos para uma população crescente.

1 milhão de novos moradores por semana – Os cientistas utilizaram dados divulgados recentemente pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o crescimento demográfico do planeta. De acordo com o relatório da instituição, a população humana deve crescer dos atuais 7 mil milhões para 9 mil milhões em 2050 – uma média de 1 milhão de nascimentos são esperados a cada semana no mundo pelos próximos 38 anos.

Já o processo de migração contínuo dos habitantes das zonas rurais para a vida urbana causará um "boom demográfico" nas cidades, que receberão 6,3 mil milhõesde humanos daqui a 38 anos. Este aumento já é notado atualmente. O estudo afirma que há um século, existiam menos de 20 cidades com mais de 1 milhão de habitantes. Hoje, existem 450, entre elas São Paulo.

Cidades poluem mais – O crescimento urbano aumenta a pressão sobre o meio ambiente. Mais de 70% das emissões de CO2 atuais estão relacionadas ao abastecimento urbano, segundo o Projeto Global de Carbono, com sede no Japão.
De 1990 para 2010, elas passaram de 15 para 25 mil milhões de toneladas cúbicas de CO2. A expectativa para 2030 é de 36  mil milhões, caso não seja tomada nenhuma medida para reverter a tendência de crescimento.

Entre as medidas de contenção das emissões urbanas, os pesquisadores destacam sistemas para reduzir congestionamentos e sensores de monitorização de uso energético."O crescimento das cidades desde a Segunda Guerra Mundial não é sustentável tanto do ponto de vista ambiental como do social. O custo ambiental do crescimento das cidades em curso é muito alto para continuar desta maneira", afirmou Karen Seto, da Universidade de Yale, que também participou da conferência.

Outras soluções para diminuir o impacto ambiental do aumento da urbanização seriam aprimorar o zonamento urbano, reverter a tendência de construir casas cada vez maiores, acabar com subsídios para carros e aumentar despesas com transporte público e estimular estilos de vida mais sustentáveis. Os pesquisadores também realçaram a importância de combater desigualdades sociais."  Fonte: Ambiente Brasil

16 de maio de 2012

Uma questão de literacia....ou falta dela


 Insólito: 400 adeptos do Bilbau foram a Budapeste… final era em Bucareste
Quatro centenas de seguidores do At. Bilbau falharam a final da Liga Europa porque compraram bilhetes para a cidade errada. "Soam parecidas", alegam...

Aprendizagens para o século XXI

Authentic Learning

Ficheiros SIG para o Brasil




Da autoria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), via Urban Demographics, este conjunto de "shapefiles" do Brasil para SIG's. Também alguns mapas e gráficos interativos dos Censos do Brasil 2010: resultados preliminares.

14 de maio de 2012

Ah, se tivessemos mar..!!!

"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
 

Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.

Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti... Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.

Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras...


Fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras.
Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.

Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.

Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar..."


João Quadros (Negócio On-Line)

12 de maio de 2012

Guia de preparação para os exames

Fonte: TICs y Formación

Project EARTH-2012 WORLD ENVIRONMENT- GLOBAL SCHOOL CONTEST - Projeto Terra

O Projeto Terra é um projeto de educação ambiental, à escala global, concebido como uma rede web, de forma a interligar, comunidades, escolas, alunos e professores de todo o mundo, para ajudar a resolver problemas ambientais, através do diálogo e cooperação sem fronteiras.
Através uma plataforma web, o projeto fornece aos professores e alunos ferramentas para:
· Apresentar projetos ambientais inovadores.
· Interligar-se e interagir com pessoas sensibilizadas para questões ambientais de todo o mundo.
· Compartilhar ideias, recursos e soluções para os problemas ambientais.
· Participar em concursos ambientais e ganhar reconhecimento para o mérito dos mesmos.
· Ajudar a educar e sensibilizar para as questões ambientais que o planeta enfrenta.

A plataforma web pretende servir como uma incubadora de ideias e soluções, que permita a esta geração tornar o nosso planeta sustentável para as gerações futuras.
A inscrição no projeto é gratuita.
Este projeto é promovido pela Ecology and Environment, Inc., (E & E), e conta com parcerias com entidades governamentais e não governamentais de vários países.
No seu segundo ano de existência abrange, de acordo com informações fornecidas, no site do mesmo, 1898 escolas inscritas e 1597 projetos distribuídos por 105 países.
Um dos aspetos a salientar neste projeto é o concurso do dia mundial do ambiente, destinado a escolas de todo o mundo, com estudantes com idade compreendida entre os 4 e os 18 anos, ao qual as escolas podem concorrer com projetos de natureza ambiental que tenham desenvolvido. A data limite de inscrição é 5 de junho, encontrando-se os organizadores a encetar diligências para que os vencedores sejam reconhecidos na Cimeira das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio +20.
Para mais informações gerais sobre o projeto consultar: www.projectearth.net
No que se refere ao concurso do dia mundial do ambiente, as informações encontram-se disponíveis em: http://www.projectearth.net/Competition/Details/0b755bf6-7839-488d-a414-562465c18af9

Literacia geográfica

9 de maio de 2012

Produção de volfrâmio

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Fonte: Visual.Ly

Mais sobre o volfrâmio ou tungsténio, aqui.

O futuro da cidade

...ou as cidades do futuro?
 
Pense-se no futuro da cidade como um organismo vivo cada vez mais sofisticado. A informação flui através das suas veias. Na sua forma mais simples, a "cidade ligada" é apenas um novo sistema urbano, onde tudo e todos são capazes de comunicar em tempo real: entre pessoas, entre pessoas e objetos, ou entre diferentes objetos. Ler mais aqui, designadamente uma entrevista com Mathieu Lefevre, o diretor da New Cities Foundation, acerca do papel das tecnologias de informação no design das novas cidades.

5 de maio de 2012

Um SIG para o Império Romano

Ora aqui está uma conjugação perfeita (?) entre a Geografia e a História. ORBIS é um sistema de informação geográfica, desenvolvido na Universidade de Stanford (EUA), para compreender melhor a geografia do Império Romano.

Para além da utilização do SIG, existem vários cartogramas temáticos, como este (em cima), com as diferenças nos custos do transporte de cereais entre o inverno e o verão. Ou este (em baixo), com as isócronas no acesso à capital do império - Roma.

Na imagem seguinte, a simulação do percurso mais rápido entre Bracara Augusta (Braga) e Roma, com a informação detalhada quanto ao número de dias de viagem, o custo de transporte e o trajeto. Nesses tempos, a viagem durava 28 dias.